Polícia moderna?

18/07/2011 14:41

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None (foto: Divulgação)

A Guarda Municipal de Belo Horizonte está testando um novo método de controle da segurança pública: uso de pistolas não letais, que emitem descargas elétricas. O novo equipamento é mais uma opção para ser utilizada em situações de resistência e de proteção dos agentes e cidadãos. Os 200 equipamentos foram doados pelo Ministério da Justiça e foram distribuídos para agentes municipais em diversos pontos de atuação.

 

Um dos locais em que o equipamento já está sendo empregado é o Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro. De acordo com o inspetor Silva Costa, o equipamento será útil e vai garantir a integridade física dos agentes municipais e do infrator. “Arma não letal tem poder de 5 mil volts de choque. O tempo que o alvo fica neutralizado é mais que suficiente para que nós possamos imobilizá-lo com segurança para ambos os lados", disse.

 

Para que fossem usadas corretamente, os membros da Guarda Municipal receberam treinamento prático e teórico do Grupo de Ações Táticas Especiais da Polícia Militar de Minas Gerais (Gate). “O guarda municipal foi treinado para saber quando e como usar o equipamento”, afirma o gerente de execução operacional da Guarda Municipal, José Chagas Diniz Couto. Dos 2.349 homens que fazem parte do efetivo dos agentes municipais, cerca de 30% poderão utilizar o equipamento. “Em uma segunda fase, até o fim do ano, todos os guardas de Belo Horizonte serão treinados para utilizá-lo”, afirmou.

 

 

 

Funcionamento

 

Quando disparada, a arma não letal emite ondas T (forma de ondas semelhantes às ondas cerebrais), com ação direta sobre o sistema nervoso sensorial e sistema motor do alvo, de forma a paralisá-lo, causando menos dano. A arma, chamada de Taser, permite ao operador o controle total do tempo do choque, de acordo com a necessidade de imobilização, podendo ser interrompido instantaneamente. Para fins de segurança, a arma dispõe de trava e quando disparada armazena, em memória digital interna, a data e o horário.

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