Encontro com a inovação

por Alysson Lisboa 13/11/2012 12:53

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Equipe de Arte/Cláudio Cunha
None (foto: Equipe de Arte/Cláudio Cunha)

Tecnologia, informação de qualidade e aguçada capacidade de observar tendências. A Editora Encontro reservou mais uma surpresa para seus leitores no aniversário de 10 anos: acaba de ser lançada a versão da revista para tablets, dispositivos móveis com tela sensível ao toque. A publicação está disponível para o modelo iPad, da Apple, e para tablets com sistema Android.

 

Os usuários terão agora em mãos conteúdo da publicação já consolidada na mídia impressa em um ambiente totalmente multimídia e imersivo. A revista Encontro Brasília também ganha sua versão para tablets na mesma banca virtual da edição mineira.

 

Para atrair um novo nicho de consumidores e fazer parte definitivamente do time das grandes publicações nacionais, a Encontro não poderia deixar de lado uma estratégia de inovação em dispositivos móveis. As principais revistas e jornais do mundo já estão experimentando esse novo mercado.

 

A venda de tablet está em crescimento frenético. Pesquisa da International Data Corporation aponta que foram vendidos somente no primeiro ano de lançamento do iPad, 17,6 milhões de unidades nos Estados Unidos. A projeção de vendas até o fim do ano deve chegar a 119 milhões de aparelhos.

 

Com a incorporação da Revista Encontro ao grupo Diários Associados, em abril deste ano, que tem à frente o jornal Estado de Minas e a TV Alterosa, a ideia é que o conteúdo da revista nos tablets ganhe ainda mais em qualidade.

 

Segundo Alysson Lisboa Neves, responsável pela implantação do projeto, a incorporação do banco de imagens dos Diários Associados ao conteúdo da revista pode fazer toda a diferença.  "São 83 anos de história e um vasto acervo que irá, com certeza, colaborar na produção do aplicativo. A ideia é unir conteúdo de qualidade em reportagens multimídia." E conclui: "Poucas empresas jornalísticas no Brasil têm em seu acervo 80 anos de história. Só para lembrar, o Diário de Pernambuco, também pertencente aos Diários Associados, é o jornal mais antigo em circulação na América Latina. Temos uma oportunidade de ouro nas mãos", completa.

 

Outra vantagem dos dispositivos móveis é a abrangência promovida por esses aparelhos, quebrando as barreiras geográficas e limitações de circulação e distribuição. Um leitor da revista que esteja fora do país poderá acompanhar as edições de qualquer parte do mundo. Para isso, basta baixar o aplicativo da revista na App Store – loja virtual da Apple ou no Google Play – para usuários Android. Após baixada a edição para o tablet, o usuário poderá ler as matérias e o conteúdo multimidia sem a necessidade de conexão à internet.

 

Publicidade

 

Para os anunciantes da revista, um novo panorama se abre. A publicidade pode ganhar inúmeros recursos em HTML5, além de botões, vídeos, áudios e animação. Prender a atenção do leitor ficou mais divertido. É possível realizar campanhas conjuntas entre a web, revista impressa e tablets e oferecer compartilhamento nas redes sociais. Em um anúncio de automóvel, por exemplo, será possível agendar um test-drive na concessionária mais próxima ou navegar por imagens em 360º, tudo isso sem ter que abandonar a publicação para acessar a internet.

 

Para baixar a revista no iPad, acesse: 

 

Para baixar a revista no Android, acesse:

 

Ou vá diretamente na App Store/iTunes ou Google Play e procure por Revista Encontro.

 

Memória

 

O surgimento dos tablets

 

A ideia de que displays finos e leves pudessem ser usados como mídia portátil surgiu da mente de Alan Kay, cientista visionário que estudava na Universidade de Utah, nos Estados Unidos, na década de 1970. O modelo foi apresentado em cartolina e era muito diferente dos grandes computadores da época, conhecidos como mainframes. O cientista batizou seu invento de Dynabooke o descreveu como mídia dinâmica para pensamento criativo. De acordo com Kay, o novo dispositivo seria um manipulador de conhecimento pessoal autossuficiente num pacote portátil do tamanho e no formato de um caderno comum.Teria ainda capacidade suficiente para ultrapassar nossos sentidos de visão e de audição. Ele previa naquela época que o dispositivo fosse capaz de armazenar, e, posteriormente, recuperar milhares de páginas, poemas, cartas, receitas, registros, desenhos, animações etc.

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