Senadores acham possível fazer a reforma política

por Karine Melo - Agência Brasil 25/06/2013 14:37

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Monique Renne/CB/DA Press
Em reunião com ministros, governadores e prefeitos, Dilma propôs plebiscito e quatro pactos (foto: Monique Renne/CB/DA Press)
Um dia depois da reunião da presidenta Dilma Rousseff com prefeitos e governadores, as medidas anunciadas por ela estão em todas as rodas de conversas de parlamentares da base do governo e de oposição no Congresso.

Na avaliação do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), não há nenhuma novidade nas propostas feitas pela presidenta. Todas, segundo ele, já estão tramitando no Congresso. Dias rechaçou a ideia de realização de um plebiscito que autorize a convocação de uma Assembleia Constituinte específica para fazer uma reforma política. “Convocar um plebiscito para saber se a população deseja a reforma política? Isso está nas ruas patenteado com muita clareza. O plebiscito é irracional. Não há necessidade. É um desperdício”, disse.

Álvaro Dias disse ainda que para que a reforma política se concretize, “basta que a presidenta da república escolha o modelo político e encaminhe ao Congresso a orientação para que a maioria esmagadora que possui delibere a respeito.

Apesar de a reforma política ser um tema antigo no Congresso sem sucesso, desta vez, o líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE), disse que acredita que na aprovação da matéria.“Eu sou um defensor da reforma política. Sou contra o suplente de um senador ser eleito sem voto. Não tem sentido isso continuar acontecendo porque a sociedade não aceita mais isso”, ressaltou.

Segundo o senador, a pressão popular é importante, mas o otimismo se deve à decisão do governo de aprovar uma proposta sobre o assunto. Para o líder do PMDB, um plebiscito, porém, não é a melhor alternativa porque atrasaria a votação de uma reforma política no Congresso.

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