Parque Nacional da Serra da Canastra será revitalizado

Serão investidos R$ 51,3 milhões nas obras, que devem privilegiar a recomposição de estradas e acessos

por Da redação com assessorias 27/06/2013 18:25

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Beto Novaes/EM/DA Press
O parque concentra importantes nascentes do rio São Francisco (foto: Beto Novaes/EM/DA Press)
O Parque Nacional da Serra da Canastra, em São Roque de Minas, região oeste do estado, foi criado em 1972 e tem área de 200 mil hectares, com muitas nascentes e variada biodiversidade. Para manter esse importante patrimônio do Brasil, o Ministério da Integração Nacional, através da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), vai investir R$ 51,3 milhões em obras de revitalização.

Como parte do Programa de Revitalização da Bacia Hidrográfica do São Francisco, da Codevasf, as obras no Parque da Serra da Canastra consistem na recuperação das estradas e acessos, totalizando 193,45 km, com readequação do leito estradal, drenagem, sinalização e obras de arte, bem como intervenção de melhoria aos acessos exclusivos para pedestres.

“A realização das obras promoverá readequação ambiental e melhorias na trafegabilidade das estradas internas e de acesso ao parque. Consequentemente, promoverá a redução de processos erosivos ocasionados pelo escoamento das águas pluviais sobre o leito estradal, aumentando a qualidade da água das nascentes e contribuindo com a disponibilidade hídrica na bacia hidrográfica do rio São Francisco”, explica Guilherme Almeida, diretor da Codevasf.

Berço do Velho Chico

Parque Nacional da Serra da Canastra abriga as primeiras nascentes do rio São Francisco. Na parte alta, o pequeno "Chico" percorre o primeiro trecho de um longo percurso. Depois de despencar na Casca Danta, atravessa a Bahia, faz divisa ao norte com Pernambuco, e constitui divisa natural entre Sergipe e Alagoas. Deságua no oceano Atlântico, depois de percorrer cerca de 2.830 quilômetros.

A região do parque apresenta flora com espécies endêmicas (só nascem e proliferam naquele habitat) e espécimes da fauna consideradas em extinção, caso do tatu-canastra, do lobo-guará, do tamanduá-bandeira e do pato-mergulhão.

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