Seleção Argentina já tem data para chegar a BH

por Agência Minas 27/01/2014 14:05

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(foto: Afa.org.ar/Reprodução)
O técnico da seleção da Argentina, Alejandro Sabella, passou a manhã da última sexta-feira (24) na Cidade do Galo, acompanhado de sua equipe técnica, para acertar detalhes relativos à acomodação da equipe no centro de treinamento de Vespasiano. Minas Gerais será a casa de três equipes sul-americanas durante a Copa de 2014: Argentina, Chile e Uruguai. Os chilenos escolheram a Toca da Raposa II, do Cruzeiro Esporte Clube, e o Uruguai vai ficar em Sete Lagoas. A comitiva argentina era formada pelo secretário de seleção, Juan Carlos Crespi; pelo preparador físico, Pablo Blanco; pelo ajudante de campo, Claudio Gugnali; pelo diretor da Associação de Futebol Argentino (AFA), Ruben Moschella, e pelo gerente da Associação de Futebol Argentino, Omar Souto.

Sabella adiantou que a seleção argentina vai chegar no Estado no dia 9 de junho. Eles estreiam no Mundial no dia 15 de junho contra a Bósnia, no Maracanã. Depois será a vez de jogar no Mineirão, contra o Irã, no dia 21. A equipe encerra a fase de grupos contra a Nigéria, em Porto Alegre, no dia 25. “Os deslocamentos eram nossa maior preocupação. O Brasil é quase um continente, muito extenso de Norte a Sul, o que significa que as viagens podem ser muito cansativas, não somente em função das distâncias, mas também pelas mudanças de temperatura. Ter ficado no grupo F foi muito bom porque tanto o Rio quanto Porto Alegre são cidades mais próximas”, revelou.

Quanto à permanência da equipe no CT do Galo, o técnico argentino reiterou a escolha “acertada” da equipe. “Depois do sorteio na Costa do Sauípe, nossa comissão técnica visitou hotéis no Rio e depois em Porto Alegre. Agora estamos aqui, que é o local onde vamos passar a maior parte do tempo. Focamos mais em quartos, restaurante e outras instalações para saber que tipo de adaptação teremos que fazer, mas serão mínimas. Sempre nos diziam que a Cidade do Galo era um dos melhores CTs do Brasil, então não tivemos dúvida e escolhemos aqui”, frisou. Segundo ele, a delegação argentina contará com cerca de 50 pessoas.

O técnico argentino está ciente que o craque Messi será bastante assediado , mas adiantou que vai atender as demandas de imprensa e fãs na medida do possível. “Sabemos que Messi será muito procurado, talvez mais que os demais, mas vamos sim permitir que ele fale com todos. Mas ele terá que trabalhar muito também, descansar, estar com seus companheiros de time, enfim, seu maior trabalho aqui será o de jogar”, disse. Melhor do mundo quatro vezes consecutivas, Messi terá a oportunidade, assim como o restante da equipe, de estar com os familiares durante o Mundial. “Talvez colocaremos aqui dentro da Cidade do Galo uma tenda para abrigar os familiares dos jogadores, para que eles possam também passar um tempo com a família, mas vamos resolver isso no momento”, falou.

Com relação aos treinos, Sabella explicou que haverá dias abertos para a imprensa, outros com restrições para gravação de imagem da equipe. “Tem um treino que será obrigatório para a imprensa, mas também haverá outro em que os jornalistas poderão gravar ou os 15 primeiros minutos ou os 15 últimos. Vai depender também das viagens que faremos. Somente no dia saberemos quais jogadores falarão com os jornalistas”, conou.

Hábitos

Sobre os especificidades culturais de sua equipe, o técnico garantiu que a comida mineira fará parte do cardápio do time. “Nós comemos mais carne de boi e vaca e menos porco e peixe, mas vamos incluir a carne suína no cardápio, que é bastante saudável. Acho que traremos um cozinheiro conosco. A churrasqueira que tem aqui no CT será bastante usada, com certeza”, comentou o técnico, que fez questão de mostrar à reportagem seu prato de comida com arroz e feijão preto durante o almoço.

Quanto aos confrontos da Argentina, o secretário de seleção, Juan Carlos Crespi, preferiu não hierarquizar. “Bósnia, Irã ou Nigéria são todos perigosos. Nós acabamos de ver o que aconteceu em Marrocos e ainda lembramos com tristeza de nossa derrota para Camarões, na Copa de 1990, na Itália. Dessa maneira, não podemos desmerecer nenhum time, mesmo que seja uma equipe sem título ou tradição no futebol”, afirmou Crespi.

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