Cidade do Rio de Janeiro está receosa com possível final entre Brasil e Argentina

O jogo tão almejado por nossos "hermanos" e temido pelos brasileiros, a ser realizado no Maracanã, está deixando as autoridades cariocas de cabelo em pé

03/07/2014 10:47

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J.P.Engelbrecht/PCRJ/Divulgação
O Maracanã pode ser palco de uma final inédita da Copa e preocupante para as autoridades: Brasil e Argentina (foto: J.P.Engelbrecht/PCRJ/Divulgação)
Durante os jogos da primeira fase e das oitavas de final da Copa do Mundo, em Porto Alegre e Belo Horizonte, respectivamente, os torcedores argentinos fizeram uma verdadeira arruaça nas duas cidades. Quebradeira e brigas sem motivos aparentes. Isso deixou as autoridades alarmadas coma a avalanche azul e branca dos "hermanos".

Para o presidente da Rio Eventos, Leonardo Maciel, o cenário mais delicado para o planejamento de segurança e mobilidade para a final da Copa do Mundo, no estádio do Maracanã, dia 13 de julho, seria uma partida entre o Brasil e a Argentina. Ele diz que ainda não há previsão de instalação de outros locais públicos para a exibição do jogo da final, caso as duas seleções rivais façam o jogo decisivo do mundial.

"Acho que é o jogo mais complicado de se executar. A gente organizou seis jogos, incluindo as quartas de final, mas sem sombra de dúvida, a final é independente. Se tiver o pior cenário, no bom sentido, como este entre Brasil e Argentina, a gente vai organizar a cidade para isto, mas de toda sorte, o jogo é só no Rio de Janeiro, imprensa toda aqui, turistas de todos os locais mesmo sem ingressos para acompanhar o jogo; a segurança vai ter um planejamento intensificado e, certamente, será demandado conforme o cenário do jogo", analisa Maciel. A Rio Eventos é uma empresa pública ligada à prefeitura, e que planeja a organização da cidade em grandes eventos que não estejam ligados ao cotidiano da população.

A avaliação foi feita durante entrevista no Centro Aberto de Mídia, no Forte de Copacabana, zona sul do Rio, para a apresentar o planejamento de mobilidade para o jogo entre França e Alemanha,  sexta-feira (4), às 13h, no Maracanã. Segundo o presidente da Rio Eventos, para sexta foi preciso organizar o esquema de forma a atender públicos diversos, tanto para os torcedores que vão ao estádio para o jogo das quartas de final, como para quem vai se deslocar pela cidade para acompanhar o jogo entre Brasil e Colômbia, às 17h, em Fortaleza. "Isso implica que a gente adote medidas na cidade para absorver ambos os eventos", afirma.

Leonardo Maciel informou que o plano de ordem pública para o estádio permanece o mesmo adotado em partidas anteriores, incluindo a proibição de venda e consumo de bebida alcoólica duas horas antes e duas depois dos jogos, o combate ao estacionamento e comércio ambulante irregular e o apoio às forças policiais no combate à ação de flanelinhas e cambistas. A Guarda Municipal, responsável pelo acompanhamento do cumprimento das medidas, vai atuar com 2.310 agentes e 15 reboques.

(com Agência Brasil)

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