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Livre de anúncios, a nova rede social Ello está ganhando rapidamente a adesão dos jovens e promete um embate com Mark Zuckerberg

por Bruna Sales 01/10/2014 14:19

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Reprodução/Internet
Livre de anúncios, o novo site promete atrair usuários frustrados com a política de privacidade da rede de Mark Zuckerberg (foto: Reprodução/Internet)

 "Achamos que uma rede social pode ser uma ferramenta para o empoderamento. Não uma ferramenta para enganar, co-acionar e manipular, mas um lugar para conectar, criar e celebrar a vida". É com essa crítica ao rival Facebook que o Ello (www.ello.co), nova rede social do momento, se apresenta para os seus usuários.

Criado por um pequeno grupo de sete artistas e designers e sob direção de Paul Budnitz, dono da empresa criadora de bicicletas de luxo Budnitz Bycicles, a rede promete não transformar o usuário em um produto no qual toda experiência é convertida em dados para serem vendidos posteriormente a anunciantes. Pelo contrário, o Ello tem como intenção fazer com que o próprio usuário decida o que é ou não é relevante em seu feed de notícias, o que atualmente não é possível na rede de Mark Zuckerberg. Para isso, foram criadas duas ferramentas básicas de interação diferentes: a friend (amizade), utilizada para selecionar as pessoas mais próximas, e a noise (barulho), característica que pode ser atribuída àquela pessoa com a qual o usuário não tem tanto interesse de interagir – essa pessoa nunca saberá para qual opção foi marcada.

 

Ainda em fase beta, ou seja, suscetível a várias mudanças e aprimoramentos, a Ello, de forma parecida ao que foi o Orkut em seus primeiros meses de vida, só pode ser acessada através de convite. Porém, já é possível encontrar na web um site para conseguir o código de inscrição sem precisar de ser convidado (ello-invite.com). Além disso, oferece uma interface simples na qual podem ser postados textos, imagens, emoticons, gifs, uso de hashtags (#), entre outros, e promete, para o futuro, a opção de bloquear usuários, integração ao Soundcloud, favoritar comentários com a palavra “love”, mandar mensagens privadas e até publicar posts em outras redes sociais. Será que estamos diante a uma nova revolução nas redes sociais? Somente o tempo dirá.

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