Evite desconforto com o fim do horário de verão

Os relógios serão atrasados em uma hora, e muita gente acaba sofrendo para se adaptar novamente ao fuso horário tradicional

por Da redação com assessorias 20/02/2015 10:48

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Sentir sonolência com o fim do horário de verão é normal, e segundo a médica, o corpo pode demorar até quatro dias para se adaptar (foto: Pixabay)
No próximo domingo, 22 de fevereiro, à meia noite, quando chega ao fim o horário de verão, algumas pessoas podem sentir certos desconfortos no organismo ao terem de se adaptar à mudança. "A volta ao padrão 'convencional', em alguns estados, pode causar incômodos, durante os primeiros dias", revela a clínica geral Rossana Maria Russo Funari, do complexo hospitalar Edmundo Vasconcelos.

Segundo a médica, em geral, é normal sentir um mal-estar, uma dificuldade para dormir no horário habitual (o do relógio) e um pouco de sonolência diurna, enquanto o corpo se adapta. Em alguns casos, esses sintomas podem incluir alterações de humor e de hábitos alimentares. "Tudo isso acontece devido a uma mudança do ritmo circadiano [período de 24 horas] do organismo", explica. Normalmente, o processo de readaptação total do indivíduo leva quatro dias.

Porém, engana-se quem pensa que os efeitos são os mesmos sentidos pelo corpo humano durante o "jetlag", famosa fadiga de viagem ocasionada por mudanças no fuso horário. "No horário de verão, as mudanças nesse ritmo são mais suaves e não causam tantas consequências na maioria das pessoas. Já no 'jetlag’', temos uma condição menos fisiológica, que é uma consequência de alterações no ritmo circadiano, mais intenso em viagens longas em que há grandes mudanças de fuso horário".

Quem quiser evitar problemas durante esse período, Rossana Funari recomenda, na medida do possível, preparar-se para dormir, mais ou menos, no horário de sempre (do relógio). "Uma boa dica é dormir com as janelas abertas, pelo menos, nos primeiros dias para que seja possível acordar naturalmente com a claridade". Isso ajudaria na sincronização dos relógios físico e biológico. Outra recomendação é não dirigir por várias horas seguidas (por exemplo, pegar estradas), durante os dias em que a pessoa estiver mais sonolenta e fadigada.

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