Como funciona a medição de um terremoto?

Depois da destruição provocada pelo tremor no Nepal, muitas pessoas ficaram curiosas para saber como é feito o cálculo da escala Richter

29/04/2015 15:30

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Palani Mohan / IFRC
O abalo sísmico que devastou o Nepal no dia 25 de abril deste ano chegou a 7,8 graus na escala Richter e deixou nada menos que 5 mil mortos (foto: Palani Mohan / IFRC)
No dia 25 de abril o Nepal, país da Àsia que fica entre a China e a Índia, sofreu um terremoto de 7,8 graus na escala Richter, o que deixou 5 mil mortos e 10 mil feridos. Foi o pior tremor dos últimos 80 anos no país asiático. Com a comoção mundial provocada pela tragédia, muitas pessoas se interessaram pelas informações relacionadas à escala Richter.

Você já deve ter ouvido falar que no Brasil não existem terremotos. Na verdade, pequenos tremores de terra acontecem por aqui de vez em quando, mas raramente têm vítimas ou efeitos graves. Tanto no nosso país quanto no mundo, a intensidade desses tremores pode ser medida pela chamada escala Richter, desenvolvida em 1935 pelo pesquisador norte-americano Charles F. Richter e pelo alemão Beno Gutenberg.

Pixabay
Um dos terremotos mais conhecidos da história se deu na cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, em 1906, chegou a 8 graus na escala Richter e deixou mais da metade da população desabrigada (foto: Pixabay)


De acordo com a quantidade de energia liberada por um tremor, há um número correspondente na escala. Sismos com mais de 4,5 graus, por exemplo, já costumam provocar estragos. Não há um limite matemático para os tremores, mas o terremoto mais intenso da história alcançou 9,5 pontos e foi registrado no Chile em 1960. Apesar de ser a mais conhecida pelo público, a escala mais usada hoje para medir a intensidade dos terremotos é a MMS, que é a forma abreviada da expressão inglesa para "escala de magnitude de momento".

Soraia Piva/EM/D. A Press
(foto: Soraia Piva/EM/D. A Press)


(com Portal EBC)

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