Despoluição da lagoa da Pampulha deve ser retomada em junho

Segundo a Copasa, já foram conseguidas as desapropriações que faltavam para a construção do restante das redes coletoras de esgoto nos córregos que abastecem a lagoa

26/05/2015 10:41

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Breno Pataro/Agência Minas/Divulgação
A lagoa da Pampulha possui 98,4 km² e é formada por oito sub-bacias. Sua despoluição faz parte do projeto de transformação do complexo arquitetônico em patrimônio da Humanidade da Unesco (foto: Breno Pataro/Agência Minas/Divulgação)
Com a liberação dos processos judiciais de desapropriação de áreas situadas em bairros de Contagem, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) retomará, em junho, as obras para implantação dos quatro quilômetros restantes das redes coletoras e interceptoras de esgoto da lagoa da Pampulha, região norte de Belo Horizonte.

Essas intervenções, que devem durar até 120 dias após o início das obras, fazem parte do processo de despoluição do espelho d'água da lagoa, e é um dos principais pontos para que o complexo arquitetônico consiga o título de Patrimônio da Humanidade concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Os mandados de imissão de posse referentes ao Beco Ibaté, Parque São João, Vila da Lua Nova, Vila Boa Vista e Vila Pérola já foram emitidos. O único processo que ainda não está liberado é o dos lotes onde serão construídos os prédios para reassentamento das famílias removidas, que, hoje, recebem bolsa moradia da prefeitura de Contagem.

A bacia da Lagoa da Pampulha tem uma área de 98,4 quilômetros quadrados e é formada por oito sub-bacias, localizadas nos municípios de Belo Horizonte e Contagem. Ela faz parte da bacia do Ribeirão do Onça e integra a bacia do Rio das Velhas.

Histórico

Desde 2002, a Copasa já investiu mais de R$ 430 milhões para despoluir a lagoa da Pampulha, um dos principais cartões-postais da capital mineira. Estes recursos foram aplicados na construção da Estação de Tratamento de Efluentes Pampulha, para retirar a poluição difusa das águas dos córregos Sarandi e Ressaca e na Estação de Tratamento de Esgoto do Ribeirão do Onça, incluindo a implantação do tratamento secundário.

(com Agência Minas)

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