Cientista americano diz que existe, sim, "vida" após a morte

Segundo a teoria do pesquisador, a nossa alma, que corresponde à consciência, existe independente de nosso corpo físico

17/07/2015 16:58

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Apesar da teoria do cientista americano de que a consciência permanece após a morte, a neurologista mineira refuta essa hipótese (foto: Pixabay)
A vida após a morte é um assunto que divide opiniões e sempre causa polêmica nas rodas de conversa. Segundo o americano Robert Lanza, eleito três vezes o mais importante cientista pelo jornal The New York Times, a consciência nunca acaba, mesmo depois que o corpo para de funcionar. Ele utiliza a física quântica para tentar provar que existe, sim, uma espécie de "vida" depois da morte de qualquer ser humano.

O cientista escreveu o livro O Biocentrismo: Como a Vida e a Consciência São as Chaves para Entender a Natureza do Universo. Essa publicação gerou discussões calorosas na internet sobre o tema. A teoria pregada pelo norte-americano diz que a consciência cria o universo material e não o contrário. Lanza também afirma que o ser humano carrega o espaço e o tempo consigo, assim como as tartarugas e seus cascos. Ou seja, quando o casco se desfaz, eles (tempo e espaço) permanecem.

A teoria sugere que a morte da consciência simplesmente não existe. Ela é capaz de estar em qualquer lugar, seja no corpo humano ou fora dele. Lanza acredita ainda que múltiplos universos possam existir simultaneamente. Com isso, em um deles, o corpo pode estar morto e, em outro, continuar existindo.

Partindo desse pressuposto, nossas almas podem ter existido desde o início dos tempos. Os cérebros seriam apenas receptores para a consciência.

O que diz a Medicina?

Segundo Rosamaria Peixoto Guimarães, presidente do departamento de Neurologia da Associação Médica de Minas Gerais, não existem estudos para provar que a consciência é capaz de resistir à morte. "Quando a pessoa morre, o cérebro para de produzir impulsos elétricos e a consciência acaba aí", explica a especialista.

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