Após ter foto divulgada na internet, refugiado sírio ganha ajuda inesperada

Milhões de internautas compartilharam a imagem do homem vendendo caneta na rua, com a filha no colo

por João Paulo Martins 28/08/2015 10:21

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Indiegogo.com/projects/help-abdul-and-reem-start-a-new-life/Reprodução
A foto do refugiado sírio Abdul com a filha Reem, de 4 anos, emocionou milhões de internautas em todo o mundo e, após ser criada uma campanha para ajudá-lo, já foram arrecadados mais de R$ 187 mil (foto: Indiegogo.com/projects/help-abdul-and-reem-start-a-new-life/Reprodução)
Você acredita no conceito de que enquanto houver sentimento pelo próximo, há esperança para a humanidade? Pois, recentemente, mais um caso de solidariedade chamou a atenção na internet. Tudo começou com a gigantesca repercussão obtida pela foto de um refugiado sírio vendendo canetas nas ruas de Beirute, capital do Líbano, com a filha de 4 anos no colo.

Ao ver a tocante imagem, o ativista político norueguês Gissur Simonarson decidiu ir em busca do homem que aparece na foto e, ao mesmo tempo, criou um crowfunding para arrecadar US$ 5 mil (cerca de R$ 18 mil) para ajudar a família vítima da guerra civil vivida na Síria. Em apenas 30 minutos, essa meta foi alcançada e, agora, a campanha de arrecadação no site IndieGogo já chegou a mais de US$ 52 mil (R$ 187.200).

Para alegria de Simonarson, o personagem da famosa foto foi encontrado em Beirute, graças à ajuda de moradores, jornalistas e ativistas. Trata-se de Abdul, um palestino que vivia na Síria e se refugiou no Líbano após o início dos conflitos. Ele está alojado no campo de refugiados Yarmouk, em Damasco. Abdul é pai solteiro e tem um filho de 9 anos, Abdelillah, e uma menina de 4, Reem, que aparece na foto.

"Eu acho que essa campanha prova que a humanidade ainda não está perdida", diz Gissur Simonarson em sua conta no Twitter.

Abdul é apenas um dos 4 milhões de refugiados que deixaram a Síria desde que começou a guerra civil em 2011. A agência internacional de apoio humanitário Mercy Corps chegou a considerar o caso sírio como o "maior desastre humanitário de nosso tempo".

(com Huffington Post)

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