Mulher fica com o olho colado devido ao erro de um amigo

Ao invés de usar um colírio, a pessoa que tentou ajudar a americana acabou pingando cola de unha no olho

por João Paulo Martins 09/10/2015 16:03

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ABC News/Reprodução
Uma americana ficou com o olho esquerdo colado após um amigo tentar ajudá-la e trocar colírio por cola (foto: ABC News/Reprodução)
Quando o azar dá as caras, não tem jeito. Foi o caso da americana Katherine Gaydos, da cidade de Lantana, na Flórida. No início de outubro, ela estava limpando o quintal, soprando as folhas secas de outono, quando um cisco caiu no seu olho esquerdo. Imediatamente ela pediu ajuda a um amigo, da vizinhança. O problema é que ao invés de buscar um colírio, o "ajudante" acabou trazendo uma cola de unha (usada para pregar unhas postiças), e pingou o produto no olho da Katherine.

"Assim que caiu no meu olho, senti a queimação. Então, fechei a pálpebra e gritei para chamarem a emergência", diz a americana à rede de televisão local WPBF-TV.

Quando ela concedeu a entrevista ao canal de TV, oito dias depois do incidente, seu olho ainda estava pregado. Segundo Katherine Gaydos, o médico que a atendeu apenas lhe deu antibiótico e pomada, já que ela não tinha dinheiro para pagar o procedimento de abertura da pálpebra.

O curioso é que após a matéria ter sido divulgada pela WBPF, o consultório procurou a americana e ofereceu o tratamento gratuitamente. Um outro médico realizou a abertura dos olhos de Katherine e retirou os vestígios de cola da córnea. Ela não sofreu nenhum dano na visão.

Para quem acha que confundir colírio com cola é algo raro, Pankaj Gupta, professor de Oftalmologia da Universidade Case Western Reserve, de Cleveland, nos Estados Unidos, conta, em entrevista ao canal ABC News, que já presenciou diversos casos como esse da moradora da Flórida.

Segundo o especialista, caso a pessoa pingue cola nos olhos, de forma acidental, o melhor é não "entrar em pânico". "As pessoas nessa situação devem procurar um médico imediatamente. Mas, não devem ficar preocupadas com o risco de perderem a visão de forma permanente", completa Pankaj.

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