Conheça vencedores de 2015 do polêmico prêmio Ig Nobel

A premiação é uma paródia do Nobel e valoriza trabalhos curiosos e engraçados de diversas áreas do conhecimento

por João Paulo Martins 17/10/2015 09:53

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YouTube/Reprodução
O prêmio Ig Nobel é conhecido por valorizar pesquisas bizarras, como a que analisou os efeitos de um beijo prolongado e acabou sendo agraciada na categoria Medicina (foto: YouTube/Reprodução)
O Brasil nunca foi laureado com um prêmio Nobel, mas, em compensação, já ganhamos o curioso e engraçado Ig Nobel. Criado em 1991, a premiação polêmica destaca pesquisas absurdas que, segundo eles, "nos faz rir e, depois, pensar". São analisadas diversas áreas do conhecimento, da Matemática à Medicina. Em 2015, a cerimônia foi realizada na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos e, como sempre, chama a atenção pelos estudos vencedores, que não são nada usuais.

O Ig Nobel de Literatura, por exemplo, foi entregue aos pesquisadores Mark Dingemanse, Francisco Torreira e Nick J. Enfield, por terem descoberto que a expressão "Huh?" (ou algo equivalente) parece existir em todos os idiomas da Terra, apesar de ainda não se saber o porquê.

Já o Ig Nobel de Matemática foi conquistado pelos austríacos Elisabeth Oberzaucher e Karl Grammer, que tentaram descobrir, por meio de técnicas matemáticas, como o imperador marroquino Moulay Ismael, conhecido como O Sedento, conseguiu gerar e sustentar, entre 1697 e 1727, nada menos que 888 filhos.

Outro prêmio bem incomum foi dado aos pesquisadores Hajime Kimata, Jaroslava Durdiaková, Peter Celec, Natália Kamodyová, Tatiana Sedlácková, Gabriela Repiská, Barbara Svie%u017Eená, e Gabriel Minárik, na área de Medicina, por estudarem os benefícios ou as consequências biomédicas de um beijo prolongado, incluindo outras ações íntimas envolvidas nesse ato.

Pesquisa verde-amarela

O Brasil venceu o Ig Nobel em 2008, na área da Arqueologia. Os pesquisadores Astolfo G. Mello Araujo e José Carlos Marcelino, da Universidade de São Paulo, receberam o prêmio por medirem quanto o curso da história, ou ao menos o conteúdo de uma escavação arqueológica, pode ser afetado pelas ações de um tatu.

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