Secretaria de Aviação Civil diz que 252 cidades brasileiras podem receber viagens aéreas

Segundo o ministro Eliseu Padilha, é preciso que os estados reduzam o ICMS dos combustíveis para deixar novos destinos atraentes para as empresas aéreas

por Da redação 22/10/2015 14:55

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Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas/Reprodução
Segundo o ministro Eliseu Padilha, é preciso que as cidades interessadas em atrair novos trechos aéreos criem incentivos para as empresas (foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas/Reprodução)
Levantamento feito pela pesquisa O Brasil que Voa – Perfil dos Passageiros, Aeroportos e Rotas do Brasil, divulgada nesta quinta, dia hoje 22 de outubro, pela Secretaria de Aviação Civil, em parceria com a Empresa de Planejamento e Logística, mostra que pelo menos 252 cidades têm mercado para novos trechos aéreos, com uma ocupação superior a 50% das aeronaves. Entre os voos diretos com maior potencial de demanda estão as rotas entre Rio de Janeiro (RJ) e Vila Velha (ES); Blumenau (SC) e São Paulo; Campo Grande (MT) e Rio de Janeiro; e entre Macaé (RJ) e Santos (SP).

Segundo o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, o estudo poderá ajudar as empresas aéreas a abrir novas rotas, mas isso depende, ainda, de outros fatores, como o custo do querosene, que é muito influenciado pelo Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), tributo regional.

"Vimos que muitas dessas demandas coincidiram com as previstas no Programa de Aviação Regional. Somos permanentemente informados pelas companhias sobre seus destinos de interesse. Não só a demanda em potencial é levada em consideração. Há também questões como o custo do combustível (querosene), que corresponde a 40% da despesa de operação. Em alguns estados fora do litoral esse custo é muito alto", diz ele ao propor que alguns estados reduzam o ICMS para atrair o interesse das empresas.

(com Agência Brasil)

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