Clube de futebol mais valioso do mundo é o Guangzhou Evergrande?

Segundo os chineses, o time dirigido por Luiz Felipe Scolari ultrapassou o poderoso Real Madrid

por Marcelo Fraga 11/03/2016 17:00

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Facebook/guangzhouhengda/Reprodução
O jogador Ricardo Goulart, ex-Cruzeiro, é uma das estrelas do time chinês Guangzhou Evergrande, considerado o mais valioso do mundo pelo NEEQ (foto: Facebook/guangzhouhengda/Reprodução)
A partir de 2015, o bilionário mercado do futebol ganhou um novo protagonista: a China. Contratando jogadores de destaque, por altos valores, os clubes do mais populoso país do mundo ocuparam o lugar que antes pertencia a times da Europa.

Entre os times mais conhecidos do país asiático está o Guangzhou Evergrande, considerado o mais rico e mais famoso da China. Prova disso é que seus dirigentes desembolsaram 57 milhões de euros (R$ 228 milhões) pelos atacantes Ricardo Goulart (ex-Cruzeiro) e Jackson Martínez (ex-Atlético de Madrid). O Guangzhou também chegou a contratar o atacante Robinho, que agora está no Atlético-MG, por valores não divulgados, e o técnico Luiz Felipe Scolari, que recebe um salário acima de R$ 1,5 milhão.

Com tantos investimentos, não é para menos que o índice National Equities Exchange and Quotations (NEEQ) – que analisa as cotações das ações na bolsa de valores chinesa –, tenha apontado o Guangzhou Evergrande como o clube mais valioso do mundo.

Avaliado em US$ 3,35 bilhões (cerca de R$ 12 bilhões) pelo NEEQ, o Guangzhou superaria até mesmo os poderosos clubes espanhóis Real Madrid e Barcelona, que foram apontados pela revista americana Forbes, em 2015, como os mais valiosos do mundo. Os dois times europeus, segundo a publicação, estão avaliados em US$ 3,26 bilhões e US$ 3,16 bilhões, respectivamente.

De onde vem o dinheiro?

O Guangzhou, assim como a maioria dos clubes chineses, é gerenciado por um grande grupo imobiliário, o Evergrande, que detém 56,71% das ações. A empresa Alibaba – que atua no comércio eletrônico – também possui investimentos no clube, sendo proprietária de 37,81% das ações.

Mercado chinês

Vários craques brasileiros, entre eles Diego Tardelli e Renato Augusto – que eram peças-chave no elenco do Atlético-MG e do Corinthians, respectivamente –, também fizeram as malas rumo à China.

Treinadores importantes também foram alvo de clubes chineses. Mano Menezes e Vanderlei Luxemburgo, ambos com passagem pela seleção brasileira, não pensaram duas vezes para aceitar as propostas do "desconhecido" mundo do futebol chinês. Mano dirige o Shandong Luneng e Luxemburgo, o Tianjin Songjiang.

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