Vaticano canonizará Madre Teresa de Calcutá em setembro

A religiosa é conhecida como a grande defensora dos pobres e doentes

por Encontro Digital 15/03/2016 08:29

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Evert Odekerken/Wikimedia/Reprodução
Mesmo não sendo indiana de nascimento, Madre Teresa de Calcutá ficou marcada pelo trabalho voluntário na Índia, em apoio aos necessitados (foto: Evert Odekerken/Wikimedia/Reprodução)
O papa Francisco assinou nesta terça, dia 15 de março, o decreto de canonização de Madre Teresa de Calcutá, conhecida em todo o mundo pelas obras de caridade na Índia, segundo informa o Vaticano.

A cerimônia de canonização será em 4 de setembro. A decisão foi tomada numa reunião de cardeais  encarregados de examinar a causa da religiosa.

História

Anjezë Gonxhe Bojaxhiu, mais conhecida como Madre Teresa de Calcutá, nasceu onde hoje é a cidade de Skopje, capital da Macedônia, em 1910, e faleceu na Índia, em 1997, aos 87 anos.

Quando tinha 18 anos, Anjezë iniciou o curso de irmã de caridade no Instituto Beatíssima Virgem Maria, na Irlanda. Pouco depois de se formar freira, foi enviada à Índia, por sua congregação, para trabalhar como professora numa creche. Apesar de encontrar um cenário desafiador, em meio a diferentes religiões, acabou conquistando os indianos não católicos, como os hindus, muçulmanos e budistas, e recebeu apoio financeiro para continuar seu trabalho de ajuda aos pobres e doentes.

Desde 1952, ela trabalhava no Lar dos Moribundos, na cidade indiana de Kalighat. Madre Teresa fundou também a Congregação Missionárias da Caridade, que, em 1965, foi reconhecida oficialmente pelo Vaticano. Sua dedicação aos necessitados ainda lhe renderam os prêmios Templeton (criado em homenagem ao empresário inglês John Templeton), em 1973, e o Nobel da Paz, em 1979.

No dia 19 de outubro de 2003, o papa João Paulo II realizou a cerimônia de beatificação de Madre Teresa de Calcutá.

(com Agência Lusa e Portal EBC)

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