Sabia que o arco-íris tinha sete cores?

Pois é, oficialmente, ele foi 'criado' com uma cor a mais, chamada de índigo

por João Paulo Martins 15/03/2016 14:34

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Godfrey Kneller/Reprodução e Pixabay
O arco-íris, original, idealizado pelo físico Isaac Newton (detalhe), era 'formado' por sete cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, índigo e violeta (foto: Godfrey Kneller/Reprodução e Pixabay)
Dizem que depois da tempestade vem a bonança, certo? Mas, muitas vezes, após a chuva, o que vemos, na verdade, é o famoso arco-íris. Reza a lenda que aquele que chegar ao ponto final desse fenômeno ótico encontrará um pote cheio de ouro. Brincadeiras à parte, você sabia que, originalmente, o arco-íris era "composto" por sete cores, e não seis, como conhecemos hoje?

O célebre matemático e físico inglês Isaac Newton (1642-1726), quando estava estudando as propriedades da luz do Sol, ao utilizar um prisma, descobriu que essa onda elletromagnética se dividia em diversas cores. Como forma didática de ensinar esses componentes da luz para as crianças, Newton decidiu dar o nome de arco-íris e classificá-lo em sete cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, índigo e violeta.

Uma informação que circula nas redes sociais diz que o físico inglês teria escolhido o número sete por ser a mesma quantidade de notas musicais, ou seja, seria uma forma mais didática de classificação. Porém, esse boato nunca foi confirmado.

Não se sabe, também,  em que momento da história o arco-íris acabou perdendo a cor índigo (azul muito associado ao jeans). Seja no fenômeno que vemos após uma chuva, seja na capa do disco Dark Side of the Moon, da banda Pink Floyd, de 1973, apenas seis cores podem ser vistas no arco-íris: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e violeta.

"A única razão de Newton ter colocado o 'índigo' na lista é porque, por motivos obscuros, ele acreditava que deveriam existir sete cores básicas para se formar o branco. Com certeza, isso tem pouco a ver com a física e mais com a relação com que lidamos com a percepção e a linguagem", diz o físico Roland Fleming, da Universidade Justus Liebig, em Giessen, Alemanha, em entrevista ao jornal canadense National Post.

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