Menina sem mãos vence campeonato de caligrafia nos Estados Unidos

Anaya Ellick, de 7 anos, deixou para trás nada menos que 50 estudantes de várias partes do país

por João Paulo Martins 11/05/2016 10:08

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YouTube/ABC News/Reprodução
Anaya Ellick, de 7 anos, nasceu sem as duas mãos, mas com força de vontade e dedicação, conquistou uma premiação de caligrafia nos Estados Unidos (foto: YouTube/ABC News/Reprodução)
Quem vê a jovem americana Anaya Ellick, de 7 anos, que nasceu sem as duas mãos, pode até achar que ela tem uma vida sofrida, devido ao problema de nascença. Porém, ela acaba de dar uma verdadeira lição de vida ao vencer um concurso nacional de caligrafia, concorrendo com dezenas de estudantes, no início de maio deste ano.

Aluna da escola Greenbrier Christian Academy, que fica na cidade de Chesapeake, na Virgínia (Estados Unidos), Anaya nunca quis usar próteses e desde pequena aprendeu a manipular o lápis, usando apenas as pontas de seus braços. Os pais da pequena notável, Bianca e Gary, contam à rede de TV americana CNN que, apesar do choque de terem dado à luz uma criança sem as mãos, perceberam que ela era precoce e que com pouca idade já amarrava os sapatos e se vestia sozinha.

Quem também percebeu a surpreendente capacidade e força de vontade de Anaya Ellick é a diretora de sua escola, Tracy Cox. "Anaya é uma jovem excepcional. Ela não deixa que nada atrapalhe sua vontade de fazer alguma coisa", revela a americana em entrevista à CNN. Com isso, ela incentivou a jovem a se inscrever na premiação especial Nicholas Maxim para Excelência em Caligrafia Cursiva, que escolhe estudantes com melhor capacidade para escrever à mão livre nos Estados Unidos.

Concorrendo contra 50 estudantes de diversas partes do território norte-americano, Annaya mostrou sua capacidade e acabou conquistando o 1º lugar. Além do certificado de proficiência, ela ainda ganhou US$ 1 mil (R$ 3,5 mil). "Quando vimos sua escrita, ficamos chocados com a caligrafia, considerando que escreve sem as mãos. Sua redação é comparável à de crianças que têm as mãos", diz Kathleen Wright, coordenadora da premiação.

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