Pílula do câncer só será distribuída se Anvisa comprovar efeito, diz ministro

Ricardo Barros explica que pediu agilidade da agência na comprovação dos efeitos da fosfoetanolamina

por Encontro Digital 16/05/2016 17:31

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Cecília Bastos/USP Imagens/Divulgação
(foto: Cecília Bastos/USP Imagens/Divulgação)
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou nesta segunda, dia 16 de maio, durante visita à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), que, caso o resultado dos estudos sobre os efeitos da fosfoetanolamina, conhecida como pílula do câncer, não comprovarem sua eficácia, a droga não será incluída na Relação Nacional de Medicamentos e não será distribuída pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mesmo estando liberada por projeto de lei.

"A Agência Nacional de Vigilância Sanitária [Anvisa] está fazendo os estudos. Pedi agilidade à Anvisa não só nesse caso, mas em vários outros nos quais precisamos rapidamente aprovar medicamentos novos e princípios ativos. A Anvisa precisa nos garantir mais agilidade, com segurança e proteção ao consumidor", diz o ministro.

Por sua vez, o secretário estadual de Saúde de São Paulo, David Uip, informou que, assim que o laboratório responsável por produzir a fosfoetanolamina entregar o material, o governo paulista encapsulará rapidamente a droga e em prazo de seis meses já haverá resultados.

"É a primeira pesquisa que há e daqui a pouquíssimo tempo teremos os resultados definitivos", comenta Uip.

(com Agência Brasil)

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