Conheça o fenômeno Gabi Luthai

A jovem mineira, sucesso no YouTube, lança CD e desembarca em BH para seu primeiro show na capital

por João Paulo Martins 17/03/2015 19:31

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Facebook/GabiLuthaiOficial/Reprodução
A mineira Gabi Luthai, de apenas 21 anos, com o sucesso no YouTube, fechou contrato com a gravadora Sony Music (foto: Facebook/GabiLuthaiOficial/Reprodução)
A cidade de Araxá, na região do Alto Paranaíba em Minas Gerais, é famosa por suas águas termais e pelos doces. Porém, recentemente, um fruto da terra onde se enxerga o Sol primeiro vem chamando a atenção da mídia: a jovem Gabi Luthai, de apenas 21 anos. Ela começou a cantar com 13 anos, na escola, e, hoje, já assinou até contrato com a Sony Music.

Como vivemos na chamada Era Digital, não seria de estranhar que o sucesso de Gabi tenha se originado na internet. Em 2010, ela começou a acompanhar músicos que publicavam vídeos no YouTube, como Justin Bieber, e se admirou com a grande repercussão que alcançavam. Foi então que a mineira decidiu se aventurar pelo mundo virtual e a fazer covers de músicas bastante conhecidas como It Will Rain, de Bruno Mars, e Rolling in The Deep, da Adele. Esses dois vídeos alcançaram mais de 1 milhão de visualizações em seu canal. Com isso, tinha início uma carreira meteórica.

Com mais de 700 mil seguidores no YouTube, quase 2,3 milhões de curtidas no Facebook e mais de 590 mil seguidores no Instagram, Gaby Luthai chamou a atenção da gravadora Sony Music, que a convidou para fazer parte de seu quadro de artistas. O fruto dessa parceria foi o CD Gaby Luthai, lançado no final de 2014, e que é a base da turnê que a jovem cantora inicia no Brasil.

A mineira vai se apresentar em Belo Horizonte, na boate Wood's, e falou com exclusividade à Encontro sobre o sucesso repentino que alcançou. Confira!

REVISTA ENCONTRO – Você sempre gostou de cantar?
GABY LUTHAI – Eu canto desde os 13 anos. Mas com 17 que decidi ser cantora.

Por que começar a carreira no YouTube?
Eu assitia muitos artistas no YouTube e percebia que faziam sucesso, tinham fãs e realizavam shows mundo afora. Era uma forma de você se destacar e ser independente. Além disso, eu assistia o Justin Bieber, e um dia o vi num superclipe, com megaprodução e com a companhia de um rapper famoso. Foi aí que me inspirei para começar no YouTube, de maneira que as pessoas pudessem me conhecer e aí, talvez, investissem em mim, valorizassem meu trabalho.

Qual foi sua reação quando percebeu que milhares de pessoas lhe seguiam e curtiam seus vídeos?
Foi meio natural. Quando publicava um vídeo, mandava para todos os meus amigos e pedia para divulgarem e compartilharem. Em 2012, participei da Ask.fm [rede social especializada em perguntas e respostas] e comecei a me destacar. As pessoas me pediam para cantar uma música, e eu respondia com um vídeo. A partir daí, me adicionavam no Ask e no YouTube. Uma coisa levou à outra.

Instagram/Gabiluthai/Reprodução
(foto: Instagram/Gabiluthai/Reprodução)


Você começou fazendo covers. Quando foi que decidiu seguir uma carreira própria no sertanejo?
Eu sempre publiquei covers de vários ritmos. Sou bastante eclética. Em 2013, assinei contrato com a Sony Music, e tínhamos de decidir o tema do meu primeiro CD. Então optei pelo sertanejo por vários motivos. Sou mineira, meu avô toca gaita, cresci ouvindo sertanejo e os meus vídeos de sucesso são desse estilo. Quando saio para a balada, vou para uma que seja sertaneja. O sertanejo faz parte de meu universo. Eu gosto de ouvir música boa, independente do estilo. O sertanejo é a base para tudo na minha carreira, mas não é único, pois tenho referências de outros estilos.

Podemos dizer que você é influenciada também pelo pop music?
Eu não escuto mais tanto pop. Isso eu fazia quando tinha meus 15 anos. Mas gosto de música romântica. Pode ser reggae e até rock.

Gostar do romantismo na música ajuda sua carreira no sertanejo, certo?
Eu gosto de música romântica bonitinha, fofinha, mas curto também as baladas. Por isso que o sertanejo me define bem: fala dos temas que eu gosto de falar.

Como foi o processo de criação do CD, que tem até uma faixa composta pelo cantor Luan Santana?
Sim, a música foi escrita pelo Luan. A gente recebia canções de vários compositores e selecionei algumas que tenho também. A gente busca refer~encia e vai montando o line-up do disco. Eu pego a música do compositor, canto e vejo como fica na minha voz. A partir daí decido se gravo ou não. O primeiro disco é sempre um desafio. Não digo que seja uma tarefa difícil, mas dá um friozinho na barriga. Até o vídeo que escolho para colocar no YouTube exige um cuidado.



Seus vídeos já saíram das fronteiras nacionais?
Eu tenho poucos fãs internacionais. Grande parte do meu público está no Brasil. Tenho seguidores dos Estados Unidos, do Japão e de Portugal. Eu acho muito bom que a maioria de meus fãs sejam brasileiros. Quero é cantar aqui, né?

E com relação à turnê do disco Gaby Luthai? Qual a expectativa para o show em BH?
É um show sempre animado. São poucos momentos que dá para o público 'respirar'. A maioria do show é dançante. Ele representa bem meu lado romântico e o meu lado extrovertido. Num momento, que chamo de YouTube, faço um poutpourri acústico de músicas que marcaram minha carreira cover. Outra novidade é que canto músicas de sucesso dos anos 1990, de duplas como Zezé di Camargo & Luciano e Chitãozinho e Xororó.

Você já tem até fã clube?
Possuo vários fãs clubes espalhados pelo país. São os lutháticos.

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