Qual moqueca é melhor, a baiana ou a capixaba?

Entenda as poucas diferenças entre esses dois modos de preparo, e escolha a sua opção, mesmo que sejam as duas

por Da redação com assessorias 19/08/2014 14:43

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A moqueca de camarão do restaurante Alguidares atrai muita gente, mas é bem diferente do estilo capixaba, que só leva peixe (foto: Divulgação)
Quando o assunto é uma típica moqueca, sempre surge a pergunta: baiana ou capixada? Apesar de o nome ser o mesmo e os ingredientes terem poucas diferenças significantes, é sabido que os sabores são bem diferentes. Enquanto o quitute feito na Bahia é flexível e se adapta a diferentes frutos do mar, o do Espírito Santo é convencional e não mistura o peixe a outros tipos de pescados.

Cada uma com seu aroma e cor característicos, as moquecas não erram nos acompanhamentos: arroz, farofa e pirão são presenças garantidas. No estilo capixaba, normalmente se usa o peixe dourado ou o badejo, acompanhado de cebola, tomate, coentro, azeite de oliva e urucum (ou coloral). Já na cozinha baiana, sai o urucum e entram azeite-de-dendê e leite de coco.

Segundo Deusa Prado, chef e proprietária do restaurante Alguidares, em BH, a versão da terra dos orixás permite ainda algumas variações. "A essência é sempre a mesma, mas você pode encontrar moquecas com qualquer fruto do mar e, muitas vezes, com vários, incluindo camarão, lagosta, lula, peixe e polvo", explica. Em seu restaurante, a iguaria que mais sai é a que leva o título Dona Flor, personagem da obra de Jorge Amado, e que leva camarão.

Nessa saborosa disputa, há quem defenda a baiana com unhas e dentes. Outros, só comem a capixaba e ponto. Mas, independente de qualquer rivalidade, seja do Espírito Santo ou da Bahia, a moqueca é sempre uma opção deliciosa para jantar, especialmente nos dias mais frios do ano.

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