Bacon pode aumentar em 20% o risco de câncer no intestino, segundo estudo

Fundo Mundial para Pesquisa do Câncer alerta que apenas duas fatias do produto, por dia, já seriam suficientes para ampliar as chances de ter a doença

por Marcelo Fraga 28/10/2015 18:25

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Pixabay
Nutricionista confirma o risco de se consumir o bacon, devido a elementos cancerígenos que se formam durante a feitura do produto (foto: Pixabay)
Após a polêmica pesquisa divulgada recentemente pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em que os alimentos embutidos são comparados ao tabaco, como causadores de câncer, agora é a vez de outra entidade internacional alertar para o risco de se consumir o celebrado bacon.

Um estudo publicado pelo Fundo Mundial para Pesquisa do Câncer afirma que o consumo de apenas 50 gramas de bacon por dia – equivalente a duas fatias – é suficiente para aumentar em 20% o risco de se contrair câncer no intestino.

Segundo a nutricionista Milene Cristina Henriques, professora da PUC Minas, o problema dos alimentos embutidos, sobretudo o bacon, está diretamente ligado ao processo de fabricação. "Na produção desses alimentos são utilizados produtos como a nitrosamina, que já é conhecida por ser cancerígena e, no caso do bacon, há, ainda, a fumaça da defumação e o alto nível de gorduras saturadas, que também são prejudiciais ao organismo", explica a especialista.

O alerta feito pelo Fundo Mundial para Pesquisa do Câncer é reforçado pela nutricionista, que diz não existirem níveis seguros para a ingestão de bacon e outros produtos embutidos. "O ideal é não consumir esses produtos, porque o risco de câncer pode ser bem maior em pessoas que tenham uma predisposição genética para desenvolver a doença", esclarece Milene Cristina Henriques.

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