Na Sociedade 2

por Paulo Navarro 13/06/2011 10:09

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Inteligência urbana

 

O gentil e urbano arquiteto João Grillo, enquanto diretor de marketing do Instituto dos Arquitetos do Brasil-MG, foi o mentor do Prêmio IAB – Gentileza Urbana, em 1993. O prêmio deveria estimular o carinho da população pela cidade. Que bom seria se cada um contribuísse com pequenos – mas fundamentais – atos, como manutenção de calçadas, jardins, praças etc.; responsabilidade de todos, incluindo empresas e poder público. O prêmio 2011 será entregue dia 18 de agosto, no Museu Abílio Barreto.

 

Inteligência multicor

 

A propósito, João Grillo, que também é um dos pais da Casa Cor Minas Gerais, com Ernesto Lolato, falou à coluna: “Estamos muito animados e com vários contratos renovados de patrocinadores e parceiros. A 17ª edição da Casa Cor está marcada para o final de agosto, de volta ao Alphaville, num prédio que já existe em frente à Fundação Dom Cabral, com salas bem espaçosas”. Cerca de 50 escritórios de arquitetura, decoração e paisagismo – uma mescla de profissionais consagrados e novos talentos – criarão belos ambientes, abrangendo área externa e jardins.

 

Bolha e sensibilidade

 

Grande e bem informado arquiteto, Gustavo Penna dissertou-nos sobre o absurdo preço dos imóveis que já bateu no teto no Brasil. Um megainvestidor em realty do mundo, o norte-americano Samuel Zell, trocou o Brasil pela Europa. Vendeu sua parte na Gafisa, por exemplo. Só no Rio de Janeiro tinha colocado R$ 400 milhões. Penna deu-nos ainda a tendência da arquitetura de viver, como cantaria Tom Jobim: “É aquela que pensa no prédio ou casa que está ao lado, em cima ou abaixo, que está no mundo”. Isso, sim, é pensar no coletivo: não queira para os outros o que não quer para você.

 

 

 

No concurso Miss Minas Gerais 2011, a eleita Izabela Drumond entre as candidatas Rayane Fergon e Luciana Leijoto

 

Pecado original

 

A origem da expressão corno, o infeliz marido traído, está no livro 1822, de Laurentino Gomes. Vem de Portugal do século XVI. No Brasil colônia, tinha-se o hábito perverso de colocar, às escondidas, durante a noite, guirlanda de pequenos chifres na porta dos traídos. Diante do “fato histórico”, levantado em mesa de bar, ouvimos o comentário: “Nos dias de hoje, faltariam no mercado guirlandas, chifres, portas”.

 

O exemplo de Luiza

 

Linda e em ótima forma, graças ao pilates, Luiza Brunet, de passagem por Belo Horizonte, falou à coluna sobre sua relação com a moda e deu algumas dicas de elegância: “Nós, mulheres, temos que nos vestir de acordo com a idade, ver o que nos cai bem, esconder defeitos e mostrar o melhor. Além disso, comprar roupas bem cortadas, discretas e com bons tecidos. A brasileira busca essa imagem elegante”. A respeito da mulher mineira: “Ela gosta de moda, tem o despojamento da carioca e a sofisticação da paulista; é completa”.

 

 

 

No coquetel de lançamento do catálogo de inverno 2011 da Mabel Magalhães, na loja da marca em Belo Horizonte, a estrela Luiza Brunet entre a anfitriã Cláudia Magalhães e o estilista Daniel Corrêa

 

 

O olhar de Luiza

Luiza também resumiu a mulher de hoje: “Ela é muito bem posicionada, dá grande importância ao trabalho e quer independência. Tem autoestima elevada e é multifacetada; toma conta da casa, do marido e dos filhos, sem deixar de lado a feminilidade”. Luiza garante que adora ir para a cozinha e se sai bem em outros serviços domésticos. “Não sou uma mulher perfeita, mas gosto de saber fazer de tudo um pouco, de transitar em diversas áreas pra não passar aperto. O mundo dá voltas”. E quanto a ser cortejada? “Claro que é ótimo! Faz bem pro ego, faz bem pra tudo!”, responde a bela, às gargalhadas.

 

 

 

 

De bem com a vida, Tina Lage e Jean-Pierre Verneuil

 

 

Fauna ignara

 

O socialite Wagner Alcântara, “turista profissional” em Belo Horizonte, sempre atento aos modos e modas, pontuou sobre os meninos “cheios de si”, oportunistas ou abonados, afetados e deslumbrados. Segundo ele, a “doença” evoluiu: “Antes, ‘se achavam’; agora, têm certeza”. Lembram as dasluzetes, vendedoras da Daslu, famosas pela arrogância ao avaliar míseros mortais com cara de pouco dinheiro. Normalmente, o bolso era polpudo e o emergente não dava mais as caras. Alguns esnobavam, “torrando grana” na loja. Em BH, há os que têm pose e muito “gogó”, mas choram preço ou dão calotes.

 

Fauna perseguida

 

Falando em “aparecidos”, muitos ainda não atentaram para o perigo do excesso de exposição na internet, principalmente em redes sociais, como o Facebook. A interatividade virtual tem seu lado bacana, claro; mas nas mãos de bandidos vira fonte de informação direta e confiável. Em outros tempos, tinham que fazer uma grande investigação para conhecer suas vítimas. Agora, sequestradores veem rostos, familiares e amigos, casa, carros, fotos de viagem, lugares que frequentam, além do nível social e econômico das “presas”. Um prato cheio!

 

Altos paladares

 

O Dinner in the Sky, guindaste que mistura uma experiência gastronômica nas alturas e uma ação de marketing, está de volta ao Brasil. Desta vez, passa também por Belo Horizonte, em junho, e Florianópolis. Há pouco mais de um ano, a Brastemp utilizou o serviço em ação no Jockey Club de São Paulo.  Agora, o guindaste gourmet promove um empreendimento imobiliário de luxo, o lançamento do F.L 4.300, na avenida Faria Lima, endereço nobre da capital paulista.

 

 

 

Renata Bessa e Norberto Paes Campos com o titular da coluna, Paulo Navarro, jurado do Miss Minas Gerais 2011

 

 

Divertidos sabores

 

Funciona assim: uma plataforma customizada – parecida com uma mesa de jantar, mas com cadeiras que prendem os convidados por cintos de segurança – é içada a 50 metros de altura. Cada serviço atende 22 pessoas, com cardápio de 13 chefs convidados pela Mídia Foods, organizadora do evento. Criado na Bélgica há sete anos, o Dinner in the Sky já passou por mais de 30 países.

 

Lições de anatomia

 

“Você quer conhecer sua namorada? Case com ela. Agora, se você quer conhecer sua mulher, separe-se dela”, foi o desabafo de um empresário mineiro em Miami. Esta triste conclusão rima com outra máxima cruel: primeiro, “meu bem”; depois, “meus bens”. 

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