O turismo e as patentes

por André Lamounier 15/09/2011 10:07

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Em tempos de câmbio favorável, os brasileiros em geral – e os mineiros em particular – estão cruzando as fronteiras como nunca. As principais agências de turismo de Minas registram taxas de crescimento de impressionantes 50% ao ano. Por essa razão, na capa desta publicação, estamos propondo uma viagem – ao redor do mundo, e na companhia daqueles que hoje respondem por grande parte dos embarques internacionais dos mineiros. Gente que trabalha duro, a maioria inclusive começou do nada, mas hoje dita os rumos do turismo para o exterior em nosso estado. Gente feliz, afinal, quem um dia não sonhou em trabalhar na área, só para poder conciliar a labuta do dia a dia com uma das coisas mais prazerosas da vida: viajar, viajar, viajar?

 

Retratar estes profissionais, num momento em que estão em absoluta evidência, é uma forma de torná-los mais próximos e, principalmente, homenageá-los. Justo no período em que o turismo se faz presente nas páginas policiais dos jornais, graças à ação de uma quadrilha que se encastelou no Ministério de Turismo para desviar milhões dos cofres públicos, e que, com as Olimpíadas e a Copa do Mundo, preparava um bote ainda maior. Diferentemente desse bando – entre os quais estava o ex-presidente da Embratur, o petista Mário Moyses; e o segundo homem na hierarquia do ministério, Frederico Costa, aquele que mandou a empresa fantasma “caprichar na fachada”, ambos presos pela Polícia Federal –, as pessoas aqui mencionadas tratam o turismo com seriedade e profissionalismo, e dessa forma ajudarão o país e o nosso estado a crescerem ainda mais, com a proximidade das competições.

 

Também nesta edição uma matéria mostra o avanço da UFMG, nos últimos anos, no registro de patentes, sobrepujando a Unicamp, uma sumidade no setor no Brasil. De autoria do bravo jornalista João Barile, correto no texto e exímio na apuração, a matéria retrata como a UFMG vem se tornando referência internacional em ciência e tecnologia, graças à determinação de seu reitor, Clélio Campolina.

 

Também são de Barile outras três reportagens deste número, além da coluna de cultura “Encontro Indica”. Profissional eclético, portanto. Com passagens pela Editora Abril e pelo jornal O Tempo, Barile é do tipo que acredita na máxima cunhada pelo célebre jornalista e escritor americano Ernest Hemingway e que é uma espécie de mantra para a redação de Encontro: o sucesso tem um 1% de inspiração, mas 99% é suor puro.

 

Por fim, importante registrar que na edição de agosto, uma reportagem teve grande repercussão: o perfil do jornalista esportivo Jaeci Carvalho, com o título “O Polêmico Jaeci”. A informação de que Jaeci aufere ganhos mensais de R$ 80 mil foi contestada por ele e pelo grupo para o qual trabalha, os Diários Associados, que edita o jornal Estado de Minas. Jaeci confirma, no entanto, que se considera um dos jornalistas mais bem pagos do país. Independentemente do fato, um dado é incontestável e motivou nossa reportagem: Jaeci é um craque quando se trata de audiência e de furos jornalísticos. Por isso, tem uma carreira fulgurante e marcada por sucessos. Por isso, também, Encontro entendeu que deveria retratá-lo em suas páginas. Bola pra frente, Jaeci!
 

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