Enfoque 5

por Kátia Massimo 16/09/2011 10:37

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Júnia Garrido, Cláudio Cunha, Geraldo Goulart, Sylvio Coutinho, Divulgação
None (foto: Júnia Garrido, Cláudio Cunha, Geraldo Goulart, Sylvio Coutinho, Divulgação)

De bala em bala ...

 

Com forte presença nos mercados das regiões Norte e Nordeste, onde responde por 50% das vendas de leite em pó, a mineira Embaré, instalada em Lagoa da Prata (MG), quer agora ampliar a participação no Sudeste. Tradicional fabricante de derivados de leite e caramelos, com 76 anos de atuação, a Embaré é mais conhecida por aqui pelas guloseimas, pelo leite condensado e creme de leite da marca Camponesa. Mas é com o leite longa vida (UHT), que acaba de lançar também com a marca Camponesa, que a empresa pretende abocanhar pelo menos 10% do mercado em Minas. Vai concorrer com marcas top em produtos lácteos, como a Nestlé e a também mineira Itambé, apostando na confiança do consumidor na tradição da Embaré. “Não deixamos nada a desejar para nenhum outro fabricante”, diz seu presidente, Haroldo Antunes. A empresa investiu R$ 24 milhões na fábrica de leite longa vida, que tem capacidade de processamento de 300 mil litros por dia.

 

 

Vem China, vem!

 

Em fase de prospecção de local para se instalar no Brasil, a montadora chinesa BYD, uma das maiores fabricantes mundiais de veículos elétricos e baterias recarregáveis, está sondando o terreno em Minas. Em agosto, representantes da empresa e do governo se reuniram a portas fechadas para tratar do assunto. A BYD tem interesse na tecnologia brasileira de bicombustíveis para a produção de motores flex. Por isso, está de olho em parcerias com fabricantes locais. Se a decisão se concretizar, as operações da BYD no Brasil deverão ser iniciadas em 2014. Minas promete exatamente pelo potencial das montadoras já consolidadas aqui, como a Fiat e a Iveco. Um prato cheio para a secretária de Desenvolvimento Econômico Dorothea Werneck, que está determinada a diversificar a pauta da economia mineira.

 

 

 

Ele está feliz, claro

 

Os excelentes resultados da Claro em Minas Gerais nos últimos anos renderam uma mudança para o diretor regional da operadora no estado, Ricardo César de Oliveira, que deixará o atual posto para assumir a diretoria nacional de vendas de consumo e regionais, em São Paulo. Vai se reportar diretamente ao presidente nacional da Claro, o jovem mexicano Carlos Zenteno. "Ricardo é um dos nossos melhores profissionais, tem foco na execução e no planejamento", disse Zenteno. "Com ele, continuaremos nossa trajetória firme de crescimento". Conhecido pela agressividade comercial e grande capacidade de relacionamento, o maior desafio de Ricardo César será desbancar a Tim e voltar a vice-liderança no país. Atualmente, a Claro detém 25,51% de participação no mercado, contra 25,78%, da Tim; e 29,53%, da líder Vivo.

 

 

 

Casa da cultura

 

O presidente da Assembleia Legislativa de Minas, Dinis Pinheiro (PSDB), está empenhado em aproximar a casa do setor de cultura. Várias iniciativas nesta direção já foram tomadas. A mais recente foi uma visita à Academia Mineira de Letras. Dinis foi recebido pelos acadêmicos da entidade, conheceu projetos e ouviu sugestões. Agora, está programando encontros com artistas mineiros com atuação em várias áreas para conversar sobre as possibilidades de cooperação do legislativo com a produção cultural do estado. A pauta das reuniões, que terão início no próximo mês, ainda não foi definida.

 

 

 

Só para mulheres

 

O público feminino está em alta na Anglo American desde que a CEO da companhia, Cynthia Carrol, lançou o desafio de reforçar a presença das mulheres no quadro de funcionários da empresa. A mineradora possui unidades em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Amapá. Por enquanto, a capital fluminense lidera as estatísticas, com 48% da mão de obra feminina. Minas, no entanto, pode virar o jogo, já que, nos próximos dois anos, serão abertos pelo menos mil postos de trabalho no estado. O departamento de RH da companhia já avisou que estão em estudo medidas
para atrair e reter os talentos femininos.

 

 

 

“Sabe que esqueci e vim almoçar em casa?”

Lincoln Portela (MG), líder do PR, ironizando a sua ausência no almoço oferecido pelo governo federal aos partidos aliados. Contrariado com as demissãos no Ministério dos Transportes, ele deu o bolo, não avisou e sequer mandou representante.

 

“Se os próprios juízes são ameaçados, como fica o resto do país?”

Marco Antônio Ferreira, diretor da Associação dos Magistrados Mineiros, indignado com a falta de segurança dos juizes, situação que veio à tona após a execução da juíza Patrícia Aciolli, em Niteroi (RJ). A entidade denunciou que pelo menos 20 magistrados do Estado, de um total de 911, estão jurados de morte.

 

“Dessa vez, Dilma faxinou o bolso dos aposentados”

Henrique Braga, vereador (PSDB), líder do partido na Câmara Municipal, que não perdeu a oportunidade de cutucar a presidente pelo veto à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que garantia ganhos reais aos aposentados, em 2012.

 

 

 

“Você acordar voando às 5h da manhã, em uma vala de 15 metros, eu não aconselho a ninguém”

Claúdio Venturini, músico do 14 Bis, indignado com o acidente ocorrido com a banda, em julho, matando um integrante da equipe técnica. Venturini e outros músicos participaram de show, em João Monlevade, em protesto pela demora nas obras da BR-381.

 

“Hipócritas!”

Neusinha Santos, vereadora (PT), em desabafo contra colegas que rejeitaram projeto de sua autoria sobre a criminalização da homofobia.

 

“Alguém tem algum exemplo aí de promessa cumprida?”

Vereador Sérgio Fernando (PHS), criticando, no Twitter, a não execução de obras de expansão do metrô em Belo Horizonte e outras das estradas de Minas.

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