O banqueiro e o Natal

por André Lamounier 29/11/2011 04:23

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Bem antes do espocar de fogos que vão saudar o campeão brasileiro de futebol de 2011, um time já pode se considerar vencedor: o do banco mineiro BMG, maior investidor do esporte no Brasil e um fenômeno quando se fala em rentabilidade no setor financeiro. O sucesso do BMG é fruto do trabalho da família Pentagna Guimarães, capitaneada pelo patriarca Flávio e comandada pelo sucessor Ricardo. Ambos reúnem quase todas as características dos grandes homens de negócio: têm foco, valorizam a equipe, trabalham arduamente etc.

 

Concentremo-nos, contudo, naquilo em que são diferentes, singulares. Flávio, o pai, é um lorde. Elegante, gentil e extremamente generoso. Ajuda a muita gente, mas a seu estilo: silenciosamente. Como empresário, é um exemplo de otimismo e fé no Brasil e no povo brasileiro. Move-se pelo desejo de empreender e descobrir novos eldorados.

 

Ricardo, o filho, é, antes de tudo, exemplo de dedicação à família, inclusive a seu pai, a quem apoia e dá asas. Estrategista, ele sabe onde quer chegar e faz as costuras necessárias para tal. Tem perfil determinado. Quando decidiu jogar tênis, por exemplo, tinha alguns amigos que já praticavam o esporte e, portanto, estavam à sua frente. Ele empenhou-se em aulas e mais aulas, até se tornar competitivo. “Hoje, dou trabalho nas quadras”, afirma.

 

Homem de poucos amigos – e extremamente dedicado a eles –, reservadíssimo, mas de grande coração, como o pai. Gosta de vinhos, viagens e, claro, de esportes, principalmente de futebol. Em comum, a dupla de pai e filho traz a marca da simplicidade. Se banqueiros são sofisticados por natureza, Flávio e Ricardo materializam a frase cunhada pelo gênio Steve Jobs, para quem “a simplicidade é a sofisticação máxima”. Por tudo isso, Encontro dedicou uma matéria especial aos banqueiros mineiros.

 

Mas também é Natal. As canções típicas, o hábito de trocar presentes, a decoração da cidade – tudo isso provoca um momento de reflexão. Independentemente das convicções religiosas, sentimos o desejo de ajudar o próximo, celebrando valores esquecidos, diferentemente do que ocorre em outros meses, quando estamos dedicados aos problemas cotidianos e a maioria de nós mal tem tempo de pensar em sentimentos como caridade e solidariedade.

 

Mas, quando é chegado dezembro, ocorre uma manifestação inegável desse espírito. Para quem não está acostumado, nem sempre é fácil decidir por onde começar. Surgem as dúvidas: minha ajuda chegará a quem precisa? A entidade escolhida é confiável? Para auxiliar o leitor nessa tarefa, Encontro selecionou 10 entidades que desenvolvem atividades consistentes e são dotadas de eficaz sistema de controle de contas. Apontadas por especialistas, elas desenvolvem trabalho sério, de resultados comprovados. Que este trabalho seja um ponto de partida para os que desejam realizar uma boa ação e sirva também para manter aceso o espírito natalino – o ano todo.

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