Sangue novo na Vivo

por Kátia Massimo 14/05/2012 11:14

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João Bosco, Júnia Garrido, Ricardo Avelar, MPerez, Divulgação
None (foto: João Bosco, Júnia Garrido, Ricardo Avelar, MPerez, Divulgação)

A Vivo em Minas aproveitou o anúncio da integração das marcas Telefônica e Vivo, em abril, para anunciar a troca de comando da empresa no estado: saiu o pernambucano Carlos Cipriano e entrou o paulista Sílvio Antunes, administrador de empresas com 27 anos de atuação na área de telecomunicações. Antunes era o responsável pelo setor corporativo da Vivo. Agora, mudou-se para BH com o desafio de ampliar o número de clientes em terras mineiras, principalmente com os serviços de TV por assinatura e conexão 3G. “Quero que Minas seja a melhor regional da Vivo no país”, diz. Hoje, a empresa tem 33,5% de participação no mercado de telefonia móvel em Minas. No ano passado, investiu R$ 8 milhões no estado. Cipriano ficou por dois anos na cadeira de diretor regional e pediu o desligamento para passar uma temporada no exterior.

 

 

 

Fim da psicografia?

 

A Câmara Municipal de BH vai avaliar nos próximos dias o veto do prefeito Marcio Lacerda ao projeto de autoria do vereador Márcio Almeida (PRP), que obriga médicos e dentistas a expedirem receitas legíveis, em letra de forma, ou digitadas e até datilografadas. “Visitamos vários postos de saúde e constatamos que nem mesmo os profissionais responsáveis pelas farmácias entendem a prescrição feita pelos médicos. Com isso, há risco real de a população tomar medicamento errado”, diz Márcio Almeida.  Os vereadores compraram tanto a idéia que o projeto foi assinado por 25 parlamentares. Mas o prefeito não se convenceu e vetou a proposta, justificando que já existe legislação nacional sobre o tema. Agora, é aguardar para ver o que será decidido pelo legislativo municipal.

 

 

 

Minas dá um gás

 

O advogado mineiro Cláudio Pinho vem se tornando um nome importante no mercado externo para investidores interessados nos setores de energia, gás e pré-sal. Sócio do escritório Araújo Pinho Advogado, de BH, com unidades no Rio e Brasília, ele acaba de retornar de Houston, no Texas (EUA), onde falou a empresários americanos sobre a legislação brasileira para o setor. O advogado foi o único brasileiro a participar, em março, de encontro anual da indústria petrolífera americana em Washington, e esteve com investidores africanos no Banco Mundial para falar sobre o pré-sal brasileiro. Pelo que tem visto lá fora, Pinho está otimista em relação a Minas: "Em que pese o fato de o estado não ter petróleo, temos a chance de liderar a política do gás em terra no Brasil", diz. Oxalá.

 

 

 

Ela vai rodar a baiana

 

Francine Agra, nascida na Bahia, trocou Fortaleza por BH para comandar o primeiro escritório que a Cyrela Brazil Realty, a maior incorporadora nacional no segmento de luxo, acaba de abrir na cidade, depois de desfazer parceria com a construtora mineira Líder. Com experiência de 15 anos na área, Francine está animada com o que tem visto por aqui: “O mercado imobiliário de luxo mineiro é um dos que mais cresce no país”, diz.  O principal empreendimento da Cyrela na capital mineira hoje é o complexo de condomínios de luxo Grand Lider Olympus, na Vila da Serra. A última das oito torres já está sendo erguida, com 24 apartamentos de até 617 metros quadrados – o maior de alto luxo da cidade. O valor médio de cada apartamento é de R$ 4,7 milhões, e até agora 10 unidades foram vendidas. Considerando o alto valor dos imóveis, Francine está satisfeita com o ritmo das vendas.  


 

 

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