Táaaaaxiiiiiiii!

por Heitor Oliveira 17/05/2012 13:33

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

CORREÇÃO:

Preencha todos os campos.
Alberto Wu, José Carlos Paiva/Secom/divulgação, Divulgação
André Almeida, criador do Way Taxi, com taxistas de BH: pedir um carro agora ficou mais fácil (foto: Alberto Wu, José Carlos Paiva/Secom/divulgação, Divulgação)

Quem mora em Belo Horizonte sabe como está difícil conseguir um táxi na cidade. Faltam carros à disposição, em uma metrópole com trânsito cada vez mais difícil. Enquanto o poder público não licita novas placas, o jeito é ter paciência. E usar alternativas. Uma delas é o Way Taxi, um serviço tecnológico para os moradores da capital mineira garantirem seu táxi de uma forma diferente. Trata-se de um aplicativo para tablets que cadastra passageiros e taxistas, permitindo que o usuário solicite o carro pelo tablet ou smartphone. Basta fazer o download do app (www.waytaxi.com). A má notícia é que, por enquanto, o aplicativo só está disponível para quem é dono de um iPad. “Mas já estamos em fase final de desenvolvimento para a plataforma Android”, afirma André Almeida, especialista em programação que criou o software há dois anos. Em resumo, o passageiro informa onde o táxi deverá buscá-lo e o tempo que pode esperar. Os taxistas recebem o chamado e aquele que estiver disponível é escolhido. O usuário então recebe o nome do taxista, o carro, a placa, o tempo estimado de chegada e ainda pode acompanhar pelo Google Maps onde o táxi está no momento.

 

 

 

Hiper, mega, gigante...

 

Inaugurada há pouco mais de dois anos, a Cidade Administrativa do governo mineiro provoca reações diversas. Há quem elogie a estética dos prédios criados por Oscar Niemeyer; há quem elogie o ganho de produtividade ao concentrar todas as esferas do governo num lugar; e, claro, existem os críticos a uma sede de governo tão longe do centro de BH. Mas poucos conhecem a enorme infraestrutura de tecnologia da informação (TI) da Cidade Administrativa. Lá está, por exemplo, o maior projeto de rede de dados da América Latina. Os quatro prédios interligados por rede local e conexões wireless ligam um complexo com nada menos que 15 mil computadores e 26 mil pontos de rede. A sede do governo mineiro conta ainda com 33 salas de reunião equipadas com projeção de slides – 20 delas têm equipamentos para videoconferência. Na foto, Adelmo Takemori e Henrique Santos, gestores da área de TI, junto aos servidores ligados a toda essa gigante estrutura.

 

 

 

Publicação personalizada

 

A Microcity, com sede em Nova Lima, tem mais de 350 empregados, 25 anos de atuação e é a maior empresa do país em terceirização de infraestrutura tecnológica. Mas faltava uma ação mais coordenada sobre os tablets, dispositivos móveis, que, aos poucos, estão substituindo os computadores de mesa em várias empresas. “Percebemos que os clientes queriam cada vez mais soluções que dessem agilidade aos seus funcionários quando estão fora dos escritórios”, diz o gerente de pesquisa e desenvolvimento da Microcity, Paulo Coelho (foto). A empresa lançou, assim, um serviço que agora contempla o ciclo completo para as corporações que usarão tablets – inclui instalação, atualização, suporte no uso, monitoramento e treinamento. Há desafios específicos, como a necessidade de maior segurança, uma vez que os dispositivos não ficam apenas no escritório da empresa. “Além disso, percebemos que coisas corriqueiras, como uma simples mudança de senha, poderiam ser uma tragédia”, completa Coelho. A expectativa da Microcity é colocar mais de 6,5 mil dispositivos móveis no mercado até o fim deste ano – hoje, a empresa já gerencia 3,5 mil aparelhos.

 

 

Últimas notícias

Comentários