Francês com pimenta

por Fábio Doyle 14/06/2012 10:56

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Pedro Bicudo/divulgação
O novo carro da Citroën: montadora francesa entra com força no nicho dos compactos (foto: Pedro Bicudo/divulgação)

A lista dos compactos e subcompactos Premium à venda no Brasil ganha mais um participante. Com a presença crescente de Minis e Audi A1s no panorama urbano, a francesa Citroën decidiu entrar nesse nicho de mercado e traz o DS3, inaugurando a linha DS no país, que terá outros representantes,  diz Francesco Abbruzzesi, diretor geral da Citroën do Brasil.

 

O DS3, importado da França, tem estilo, é bem acabado, e, o melhor, anda como um foguete. Entre as quatro versões de motores a gasolina oferecidas na Europa, a Citroën escolheu para o Brasil a com motor turbo 1.6 (THP 155 cv), que aqui, com a tropicalização, ganhou mais 10 cavalos, explicou Jeremie Martinez, responsável pelo produto.

 

Assim como seus principais concorrentes  – o Audi A1 e o Mini –, o DS3 chama atenção pelo design, que conseguiu transformar em modernidade as linhas da histórica família DS. O fabricante enfatiza “o teto flutuante e as barbatanas de tubarão, que dinamizam a área da coluna B,  que marcam com modernidade a aparência frontal”.

 

Como ponto de fragilidade em relação aos concorrentes, o DS3 só é oferecido com câmbio manual de seis marchas. O automático existe para o mercado europeu, mas apenas para as versões com menor potência. A Citroën aposta que, por se tratar de um verdadeiro esportivo, a falta do câmbio automático não vai prejudicar a venda local do DS3.

 

 

 

O carro pode ser customizado de acordo com o gosto de cada comprador. O motor 1.6 litro 16V THP, fruto da cooperação entre o grupo francês PSA (Peugeot Citroën) e a BMW, é o ponto alto do projeto. O DS3 é daqueles carros que pressionam o corpo do motorista ao encosto do banco nas aceleradas agressivas.

 

O painel é sobrelevado para privilegiar o espaço para as pernas, enquanto os assentos inteligentes favorecem o espaço traseiro. A Citroën diz que o DS3 é  um carro de “cinco verdadeiros lugares”. Na configuração habitual, o porta-malas tem 280 litros.

 

A meta da Citroën é vender 250 unidades por ano, o que parece viável, especialmente quando tomamos conhecimento do preço sugerido. É esse o volume vendido pela concorrência. O único item opcional é o revestimento em couro dos bancos, que acrescentam R$ 2.900 ao valor básico.

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