Sonic acorda a GM

por Fábio Doyle 14/06/2012 10:13

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Versão sedã do Sonic: design com uma pincelada de esportividade para conquistar consumidores jovens (foto: Divulgação)

Com a tarefa de ocupar o espaço vazio entre o Cruze e o Cobalt, a General Motors (GM) traz para o mercado brasileiro o Sonic, que chega nas versões hatch cinco portas e sedã. O Sonic representa um passo significativo na estratégia de crescimento da GM no país. É o primeiro carro importado da Coreia do Sul pela GM, inaugurando a oferta do novo motor 1.6 Ecotec entre seus produtos, e traz a opção do câmbio automático de seis marchas, além da manual de cinco. É um movimento importante na atualização e modernização da oferta de carros para a América do Sul. A perspectiva de vendas do modelo é de 1.200 unidades por mês.

 

Com o Sonic, o propósito da GMB é oferecer ao consumidor brasileiro sua opção de um carro compacto, para uso no dia a dia, com toque de esportividade, dinamismo e acabamento superior. Nessa faixa, os concorrentes são o Ford New Fiesta e o Honda Fit e City. Fazem também parte desse perfil compacto Premium carros como o Fiat Punto, Linea, VW Polo e Voyage, entre outros.

 

Tanto o Chevrolet Sonic hatch quanto o sedã serão vendidos em duas versões de acabamento, a LT e LTZ, sempre com o motor Ecotec 1.6 16V, combinado com um câmbio manual ou automático. O design, sem deixar o tom conservador que é a marca da GM, tem uma pincelada de esportividade para conquistar consumidores jovens.

 

 

 

O sedã, visto de perfil, tem uma presença mais madura. À primeira vista, o modelo de cinco portas parece um hatch de três portas, porque os puxadores das portas traseiras estão discretamente localizados na coluna C. “A traseira do hatch reforça o espírito jovem do modelo, já que inclui lanternas inspiradas nas motocicletas”, diz Dagoberto Tribia, diretor de design da GM.

 

O nível de acabamento e detalhes no interior do Sonic mostram a preocupação em dotar o modelo com soluções que transmitem cuidado com a qualidade. O duplo cockpit incorpora um painel envolvente, que flui até as portas. O painel de instrumentos retoma a inspiração nas motos. O porta-malas do sedã oferece 477 litros de capacidade de carga. O do hatch tem 665 litros com o banco traseiro rebatido. Em posição normal são 265 litros.

 

A GM explica que a qualidade de condução do Sonic é resultado da estrutura de carroceria rígida.  “O aço utilizado no Sonic tem resistência à tensão mais elevada”, diz Pedro Manuchakian, diretor de engenharia. O sistema de direção hidráulica é progressivo.

 

Entre as qualidades do motor 1.6, Manuchakian destaca as respostas rápidas. A aceleração de 0 a 100 km/h é obtida em 11,5 segundos.  Os dados de consumo não são oficialmente divulgados. No test drive entre o Rio e Búzios, o sedã com câmbio automático registrou consumo médio de 6,9 km/l no trânsito pesado da cidade e chegou a 12 km/h na estrada.

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