Túnel sem saída

por Simone Dutra 22/06/2012 08:16

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Eugênio Gurgel, Maíra Vieira, Geraldo Goulart
None (foto: Eugênio Gurgel, Maíra Vieira, Geraldo Goulart)

Os motoristas que sempre usavam o túnel do Ponteio para fazer o retorno na BR-356, sentido Rio de Janeiro, vão ter de esperar mais um bom tempo para voltar a passar por lá. Isso porque o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), responsável pelas obras, publicou edital em abril deste ano e a proposta das empresas interessadas em reconstruir o local só foi aberta no último dia 28, com prazo de início das intervenções de 45 a 60 dias após esta data. Ou seja, somente no fim deste ano (novembro/dezembro) é que será possível voltar a transitar no túnel, pois a previsão de término das obras é de quatro meses. A demora para liberar o edital se deve ao empurra-empurra entre Copasa e Dnit, pois durante as fortes chuvas que atingiram BH no fim do ano passado, a tubulação de esgoto da empresa responsável pelo abastecimento de água se rompeu e destruiu a escada que permitia o acesso dos pedestres. O investimento será de R$ 4 milhões. Além do túnel, que terá a estrutura restaurada, toda a área do entorno será reflorestada.

 

 

 

Conjunto colorido

 

Um dos símbolos arquitetônicos de destaque da capital mineira acaba de ficar novo em folha. O Conjunto Residencial São Cristóvão, mais conhecido como  IAPI, passou por uma revitalização e, hoje, os nove prédios estão pintados com cores fortes e vibrantes. “Ele tinha aspecto de abandonado e, por isso, entrei em contato com outras empresas, inclusive a Coral, que tem o projeto Tudo de Cor para Você, e consegui patrocínio para restaurá-lo”, afirma o coordenador do projeto e proprietário da Casa & Tinta, Júlio Gomes. Foram investidos R$ 700 mil e utilizados mais de 11.500 litros de tinta. Além da reforma de reboco e pintura das fachadas, que variam da cor ouro aos tons ferrosos, quadras, arquibancadas e muros internos do entorno também foram recuperados. Tombado pelo patrimônio municipal em 2007, o conjunto foi construído em 1940, durante a gestão do então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek. Curiosamente, o IAPI foi o primeiro empreendimento de BH a ter as pontes flutuantes, possibilitando a circulação dos moradores entre os edifícios.

 

 

 

Sem rumo

 

Você consegue identificar a placa da foto ao lado? O exemplo serve para mostrar as dificuldades enfrentadas pelos motoristas belo-horizontinos e turistas que trafegam por algumas vias da capital. A placa indica a entrada para o bairro Santo Agostinho e para a Assembleia, e está localizada na avenida do Contorno, próximo ao Colégio Loyola, no Lourdes. De acordo com a BHTrans, após autorização da regional da prefeitura, as demandas são constatadas pelos agentes de trânsito e é feita a poda dos galhos de árvores que atrapalham a visualização das placas indicativas. Ainda segundo o órgão, se a população quiser registrar reclamações, pode ligar para o telefone 156. Até o fechamento desta edição, a placa mostrada pela reportagem continuava coberta por galhos.

 

 

 

Tapumes no Palácio das Artes

 

Quem passa pela avenida Afonso Pena, no coração de BH, deve estar se perguntando se o Palácio das Artes está passando por alguma reforma. Na verdade, não. A fachada com tapumes rosa e janelas no centro é para identificar a exposição Segue-se ver o que quisesse: a vida cotidiana de Minas Gerais refletida em sua produção fotográfica, que acontece até dia 14 do mês que vem. Com entrada gratuita, os visitantes podem apreciar recortes dos anos 1940, 1950 e 1960 e produções contemporâneas. A curadoria é do fotógrafo suíço Joerg Bader e as cerca de 470 obras expostas podem ser vistas em cartazes, impressões digitais, papéis de parede, projeções de arquivos digitais, áudios e livros.

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