BH é cara ou barata?

por Heitor Oliveira 23/07/2012 10:54

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Eugênio Gurgel, Divulgação
Lucas Franco, criador do site Custo de Vida: preços de produtos e serviços de todo o país (foto: Eugênio Gurgel, Divulgação)

Os chamados sites colaborativos têm uma grande vantagem: como as atualizações são feitas pelos próprios usuários, a interação é maior e os custos para manter o site, menores. O programador mineiro Lucas Franco pensou nisso ao criar o Custo de Vida (www.custodevida.com.br), em que os internados constroem uma base de dados com os preços de produtos e serviços em todo o Brasil. O site está no ar há apenas seis meses, mas já tem quase 12 mil colaboradores em cerca de 1,5 mil cidades do país. Tem de tudo lá: preço do cafezinho, da internet banda larga, do aluguel de imóveis, bandeirada do táxi etc. “Pensei nisso quando vi as ofertas de emprego em outras cidades”, diz Lucas. “Nessas horas, a pessoa pensa: será que, com esse salário, vai valer a pena morar lá?” O site pode ser útil também para quem pretende abrir um negócio em outra região. Com base nas informações passadas pelos usuários, o Custo de Vida atribui uma nota a cada cidade, com “10” para as mais caras: Belo Horizonte, no fim do mês passado, tinha 6,1. Mais cara do que Curitiba (5), mas bem mais barata do que São Paulo (9,5) ou Rio (10). No ranking nacional feito pelo site, a capital mineira estava listada em quinto lugar entre as capitais mais caras do país.

 

 

 

Sensualidade com surpresa

 

As irmãs Edianez e Edilene de Almeida (foto), de Belo Horizonte, queriam montar um negócio. Decidiram investir na internet R$ 30 mil na elaboração de um site. Pensaram: sexo é algo que interessa a todos, mas há poucas opções sérias na internet brasileira. Montaram então a Sexybox (www.sexybox.com.br), loja virtual voltada para a venda de produtos sensuais. A ideia é um pouco diferente dos endereços de comércio eletrônico tradicionais. Pela Sexybox, o internauta opta por alguns pacotes mensais, trimestrais, semestrais ou anuais, por valores que vão de R$ 49,90 por mês a R$ 598,90 por ano. A partir daí, o cliente passa a receber em casa uma caixa com produtos sensuais – o segredo, acreditam as duas irmãs, é que o conteúdo de cada caixa é sempre novo e uma surpresa para quem compra. “O consumidor nunca sabe o que receberá, mas garantimos que nunca ficará decepcionado”, diz Edianez. Segundo ela, por enquanto, há capacidade de produção de 500 caixas mensais, mas ela pode aumentar, dependendo da demanda.

 

 

 

Seja um voluntário digital

 

Difícil encontrar um mineiro que não conheça o Hospital da Baleia. É comum também quem já tenha ajudado o hospital em uma de suas campanhas. Agora, há um jeito mais fácil, rápido e, por que não dizer, confiável de ajudar o trabalho. A rede de voluntariado digital Amigos do Baleia (www.amigosdobaleia.org.br) une tecnologia e solidariedade. Com apenas um clique, o internauta pode participar, ajudando com quantias em dinheiro, em campanhas específicas. Em junho, por exemplo, a meta era comprar 23 cadeiras para quimioterapia que precisavam ser substituídas. O site é uma obra da equipe (foto) formada pela analista de mídias sociais Angelita Zanandrez; o gerente de relações institucionais, Paulo Carvalho; a coordenadora de marketing Hosana Santi; e a captadora de recursos, Lizandra Matos. Outra vantagem do voluntariado digital é que a prestação de contas é feita pela própria rede.

 

 

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