Representante mundial por um dia

por Kátia Massimo 23/07/2012 11:18

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Breno Pataro/divulgação, Maíra Vieira, Divulgação
Ban Ki-moon, secretário geral da ONU, e Marcio Lacerda na Rio+20 (foto: Breno Pataro/divulgação, Maíra Vieira, Divulgação)

Com os olhos de todo o mundo voltados à Rio+20, foi a vez de o prefeito Marcio Lacerda se destacar. Ele esteve presente na conferência mundial como um dos representantes do Iclei, congresso que reuniu lideranças locais em prol do desenvolvimento sustentável, realizado em Belo Horizonte, em junho. O Iclei é uma associação internacional com mais de 1.220 dirigentes de governos locais de 70 países conveniados. Na capital fluminense, Lacerda pronunciou-se em favor do trabalho conjunto entre líderes locais e globais e cobrou do seu mais importante interlocutor, o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, atenção especial para envolver líderes mundiais na proteção do planeta. A atitude foi bem recebida pelo coreano: “Cidades de todo o mundo estão apresentando soluções importantes na área de transporte e no cuidado com a água. É por isso que conto com o apoio e com a liderança de cada prefeito. Sairemos daqui com mais de 500 comprometimentos que envolvem os governos locais. Este é só o início do processo que abrange todas as cidades”, disse o dirigente da ONU. Lacerda aproveitou a ocasião para assinar um acordo de entendimento com o Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), para desenvolver na capital mineira projeto semelhante ao desenvolvido no Rio – intitulado BH Cidade Sustentável. O projeto vai beneficiar especialmente comunidades carentes da cidade.

 

Deram o bolo

 

Ninguém do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) ou do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) apareceu na audiência pública realizada na Câmara Municipal de BH para discutir as obras no Anel Rodoviário. Deram bolo na vereadora Sílvia Helena (PPS), que aguardava ao lado de representantes da Defensoria Pública Estadual, Ministério Público Federal, Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte (Urbel) e pelo menos 300 moradores das proximidades do Anel. Todos queriam informações sobre o cronograma de obras, liberação de recursos e prazos para realocação das pessoas que vivem no entorno da rodovia. Só os dois órgãos têm essas informações e eles sequer justificaram a ausência. O clima da audiência foi de frustração.

 

 

 

Importados em alta

 

Sem se intimidar com possibilidade de salvaguarda do vinho importado, em análise pelo governo federal, a Casa Rio Verde, uma das mais tradicionais importadoras de bebidas de BH, mantém o plano de expansão da rede. A oitava loja, que recebeu investimentos de R$ 500 mil, será inaugurada em julho, na praça Marília de Dirceu, em Lourdes. Até o fim do ano, outras duas lojas serão abertas. “Nossa expectativa é de ampliar as vendas em 15%”, diz o superintendente da rede, Haendel Roberto. A Rio Verde acaba de fechar contrato com 20 produtores de vinhos, principalmente da França, Itália e Espanha. E vai receber cinco containers da Europa, com 80 mil garrafas de vinhos só para o mercado mineiro.

 

 

 

Turista disputado

 

Até há pouco tempo, para viajar para fora do país os mineiros tinham que partir dos aeroportos de São Paulo e Rio de Janeiro. Hoje, para muitos destinos externos nem existe mais escala, e tem companhia aérea que já oferece por aqui a mesma frequência de voos dessas capitais. Um exemplo é a Copa Airlines. Apostando no crescente interesse dos mineiros por viagens internacionais, a companhia aérea panamenha começou a operar voos diretos de Belo Horizonte para Las Vegas, no estado de Nevada (EUA), um dos destinos que têm ganhado a preferência dos brasileiros, especialmente daqueles que gostam de badalações noturnas e cassinos. São cinco voos semanais partindo do aeroporto de Confins, com conexão no Panamá. O número é o mesmo do Rio e São Paulo. E considerando o histórico dos passageiros mineiros, as expectativas são positivas. Quando começou a operar na capital mineira em 2008, a Copa Airlines oferecia quatro voos por semana para a América Latina e EUA. Três anos depois, passaram a ser diários. “Desde o início, as taxas de ocupação superaram as nossas expectativas”, diz Pedro Heilbron, presidente executivo da companhia.

 

 

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