Cerca ou não cerca?

por Simone Dutra 23/07/2012 12:25

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A polêmica é boa. De um lado está a prefeitura de BH, que, para preservar os espaços públicos durante eventos em parques ou praças, cerca os jardins e o gramado com grades de proteção. Do outro, o público que questiona a medida, alegando que a praça é do povo e a grama serve também para deitar e sentar. De que lado está a razão? Tudo começou em dezembro de 2009, quando a PBH proibiu a realização de eventos na praça da Estação, ao constatar que o patrimônio estava sendo depredado por vândalos. Houve reação e a prefeitura cedeu um pouco, mas a decisão veio acompanhada por exigências. Uma delas: quando a festa reunir mais de mil pessoas, a organização deve colocar grades de proteção. A prova de que o patrimônio merecia cuidados especiais veio em fevereiro deste ano, depois do show do Monobloco, que detonou a praça da Liberdade. Algumas pessoas insistem em dizer que, como as praças e parques são públicos, não deve haver nenhuma restrição. Mas a polêmica se repetiu no Festival Natura Musical, no mês passado, já que no Parque JK todos os jardins foram cercados por grades. Mais uma vez houve protestos, e a PBH garante que a restrição será mantida. Estão previstos novos capítulos desta novela em que, como tudo indica, os dois lados têm lá suas razões.

 

 

 

Largo do Pracinha

 

Há duas décadas, a estátua do Pracinha fez parte do cenário da Praça Afonso Arinos, no centro de BH. Mas há anos estava abandonada, à mercê de vândalos – por várias vezes teve peças quebradas ou roubadas, como a baioneta e a placa que ficava no pedestal. “Quando fomos retirá-la, um flanelinha nos disse que a estátua tinha até apelido, de ‘Guarda Belo’, do desenho Manda Chuva. Ficamos horrorizados. É um grande desrespeito com a cultura brasileira”, conta o vice-presidente da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (ANVFEB), Marcos Moretzsohn. Agora, a estátua se encontra em frente ao Museu da FEB, na avenida Francisco Sales, no Floresta. Além dela, um canhão que estava no 12º Batalhão de Infantaria também foi transferido para o local, que deve ganhar o nome de Largo do Pracinha. 

 

 

 

Blitz de segunda a segunda

 

Não se assuste ao encontrar uma blitz da Lei Seca em plena segunda-feira. A campanha “Sou pela vida, dirijo sem bebidas” ganhou mais fôlego e permanentemente contará com a Polícia Militar de Trânsito e o apoio da Guarda Municipal e Detran (Polícia Civil). A operação era feita de quinta a domingo e, a partir da segunda quinzena deste mês, as equipes vão trabalhar diariamente. De segunda a quarta-feira, a Polícia Militar de Trânsito realizava blitzes – eles avaliavam se o motorista estava alcoolizado, para, então, pedir o teste do bafômetro. Agora, durante a campanha, todas as pessoas serão obrigadas a soprar o etilômetro. “A ideia é educar a população e dar mais segurança aos que circulam pelas vias”, ressalta o subsecretário de Promoção da Qualidade e Integração do Sistema Defesa Social, Robson Lucas da Silva.

 

 

 

Cadê a placa?

 

O leitor deve se lembrar de uma placa de sinalização que indicava a entrada para o bairro Santo Agostinho e para a Assembleia, que estava escondida por galhos de uma árvore na avenida do Contorno, perto do Colégio Loyola, no Lourdes. Agora, ela “sumiu” –  a BHTrans decidiu colocá-la em outro lugar. De acordo com a empresa, a árvore não poderia ser podada e a solução foi retirar a placa, que será instalada no lado esquerdo da avenida, no mesmo sentido. O prazo para troca era até a última semana do mês passado. Porém, até o fechamento desta edição, ela ainda não tinha sido recolocada. Ficou apenas a placa que indica “Trincheira adiante”.  

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