Banquete de Nobres

por Blima Bracher 31/08/2012 12:27

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Emmanuel Pinheiro; Samuel Gê
None (foto: Emmanuel Pinheiro; Samuel Gê)

Eles não têm sangue azul, mas têm visão de mercado e bom tempero. Por isso, os empresários Tarcílio Vieira (na foto, à esq.) e Carlos Bruno (foto) resolveram se unir em torno da paixão que nutrem desde a infância: a gastronomia. Nasceu assim O Conde, elegante restaurante especializado em alta gastronomia contemporânea. O nome faz referência ao endereço: rua Conde de Linhares, no Cidade Jardim. Aberto para almoço e jantar, o novo point tem 60 pratos incluindo risotos, massas, pescados, frutos do mar e cortes nobres, tudo assinado pelo chef  Wender Carvalho, renomado professor do IGA.

 

Para agendar

 

Vem aí mais uma edição do Restaurant Week em BH. Entre os dias 27 de agosto e 9 de setembro, 67 restaurantes da cidade oferecem menus especialmente criados para o evento e com preço único de R$ 31,90 (almoço) e R$ 43,90 (jantar), valores que incluem entrada, prato principal e sobremesa. Este ano, 26 casas estreiam no festival, entre elas Santa Fé, Quinto do Ouro, Xapuri, Marilia Pizzeria, Parrilla Urbana e C’est Si Bon. Quem participa pela terceira vez do evento é o Verano Studio Gourmet (leia-se Fúlvio Motta), que tem de entrada rolê de muçarela de búfala com azedinha, bacon defumado e vinagrete de pimenta dedo-de-moça.

 

 
 

 

 

Dando sopa

 

Os refrescantes cheviches, pratos feitos a base de peixes e cozidos no leche de tigre (caldo preparado com limão e cebola), fizeram o Peru despontar no mapa mundial de gastronomia. Agora é a vez das sopas típicas daquele país. Os nomes são sugestivos: chupe de camarão, feita com arroz, batata, pimenta ají panca, camarão, queijo e leite; e sopa crioula, preparada com  espaguete, batata, filé, ají panca e leite (foto). As receitas estão no festival do Inka e foram criadas pelo chef proprietário, Bernardo Haddad, e pelo chef peruano Pierre Sablich. “As pimentas fazem com que as sopas sejam surpreendentes ao paladar brasileiro”, diz Haddad.  A casa oferece ainda nova opção: menus fechados com variedades de pratos e custo reduzido. Por R$ 75 é possível degustar 10 pratos e desvendar os segredos de receitas peruanas como os anticuchos, minitacu tacus ou chicharroncitos.

 

 
 

 

 

Arquitetando sabores

 

As curvas inconfundíveis de Oscar Niemeyer estão presentes na logomarca da casa e no cardápio. O Restaurante Niemeyer, instalado na rua Pium-í, faz justa homenagem ao arquiteto.  Quem abriu a casa foi o empresário Juca Witech. Entre as estrelas do cardápio está o arroz acquerello, feito de grãos envelhecidos em estado bruto por no mínino 12 meses. O responsável por esta e outras criações é o chef Fellipe Pastor, ex-Gomide e Juscelino, que também criou sua versão do prato predileto de Niemeyer: o Picadinho de Minas (foto).

 

 

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