Colunista pra quê?

por André Lamounier 13/09/2012 08:59

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Quem são os homens e mulheres mais admirados da sociedade mineira? Aqueles que, de maneira natural, lideram o destino de muitas outras pessoas? O que eles pensam? Como se comportam diante das enormes e cada vez mais complexas transformações no jeito e no estilo em que vivemos? O que os move e o que os angustia?

 

Entender essas perguntas e decifrar suas respostas pode ser importante para que a vida em sociedade se torne mais fácil e, claro, mais harmônica. Escutar, falar e se relacionar com a elite dos empresários, dos profissionais liberais, enfim, dos formadores de opinião de maneira geral é tarefa essencial para colunistas, aqueles jornalistas que se dedicam a fazer colunas periódicas em jornais e revistas. Encontro não apenas reconhece esse papel, como o valoriza. Bons colunistas ajudam a engrandecer  os veículos que representam. Justamente por isso, decidimos reforçar nosso time desses profissionais.

 

Dos novatos, a primeira a chegar foi Bertha Maakaroun, profissional cujo talento e respeitabilidade exorbitam em muito as fronteiras de Minas. No meio político, por exemplo, ela é frequente interlocutora de ministros (inclusive do STF) e de figurões da república. Em Encontro, Bertha assina a coluna No Poder, que trata de pessoas ligadas à política e à economia. Outra coluna recém-criada foi a de tecnologia, entregue ao competente Alysson Lisboa e que se destina a trazer as novidades desse mundo de gadgets, widgets, aplicativos e redes sociais para os leitores, mesmo os pouco “plugados”.

 

O mais recente na casa é Helvécio Carlos, colunista social daqueles que parecem em extinção: sério, honesto e trabalhador. Infelizmente, o mercado de colunismo social no Brasil é caracterizado por antônimos. Há os corretos, focados unicamente em buscar a melhor notícia social e em dar respostas às perguntas que iniciam este artigo. Mas há também os alpinistas de práticas controvertidas, dedicados a bajular uns e extorquir outros. Helvécio, do Estado de Minas, é exemplo do bom colunismo social, dedicado a promover a sociedade – e não a si próprio. Assim como foi o estimado e saudoso Eduardo Couri, que marcou uma geração inteira com suas colunas elegantes e festivas, bem ao jeito de seus personagens.

 

Convidamos Bertha, Helvécio e Alysson para reforçar nossa turma porque entendemos que a grande virtude do colunista está em sua contribuição para enxergar sem filtros e compreender a essência de homens e mulheres que ajudam a construir a sociedade da qual fazemos parte.

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