A vez da beleza e...

por Rafael Campos - Revista do Correio 08/10/2012 11:38

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Eugênio Gurgel, Cláudio Cunha
None (foto: Eugênio Gurgel, Cláudio Cunha)

Impossível não se render à beleza e diversidade das flores de Belo Horizonte, principalmente com a chegada da primavera. Praças, avenidas e ruas importantes da capital – como a avenida do Contorno – ficam coloridas de amarelo, rosa, roxo e branco. Os ipês e sua rica variedade de tons, além das sibipirunas, são as maiores atrações. Além dos moradores da cidade, quem torce pela chegada da florada são os pássaros. Os sanhaçus e os periquitos-de-encontro-amarelo são as aves que mais se sentem atraídas pelas flores dos ipês. “Elas buscam essas árvores para se alimentar, mas, depois da floração, começam a migrar em busca de outros frutos”, diz Gustavo Pedersoli, que participa da Ecoavis, organização não governamental voltada à observação de pássaros.

 

... Era uma vez a amoreira

 

 
 

A pequena Sofia Cunha Tavares, 9 anos, tinha uma rotina. Ela acordava, tomava café e saía com o seu cachorrinho Rufus, um simpático yorkshire, para passear e colher amoras na rua Congonhas, na altura do número 854, perto de sua casa, no Santo Antônio, região Centro-Sul. Contudo, na manhã de 13 de setembro, sua alegria se desfez. “Eles cortaram a árvore. Fiquei muito triste, uma das maiores tristezas que já senti”, diz a menina. Arrasada pelo “sumiço” da amoreira, ela não teve dúvidas e escreveu um bilhete para ser afixado ao que restou da árvore. “Atenção: ser humano, como pode ser tão burro? Você, ao destruir esta árvore, despedaçou minha alegria, da minha família e dos meus animais. Seu nome devia mudar de homo sapiens a homo burrões! Seu amigo da onça!!!”. “Escrevi para que isso não volte a acontecer com mais árvores”, afirma. A regional Centro-Sul da PBH informou que a amoreira foi cortada devido ao galho principal, que estava rachando e estaria comprometendo a estabilidade da árvore.

 

Um cineminha vai bem

 

 
 

Dançar, tomar uma cerveja com os amigos e, agora, pegar um cineminha. O Espaço CentoeQuatro, na praça da Estação, 104, no Centro, se rendeu à tela grande. A partir do dia 5, os moradores de BH poderão contar com uma nova opção de sala de cinema. O espaço terá 80 lugares, com mobiliário e equipamentos novos. A ideia é exibir produções autorais, de cineastas renomados e de revelações do cinema nacional e de outros países. “Hoje, são muitas as boas produções nacionais que não são exibidas por falta de espaço, ficando muitas vezes restritas ao circuito de festivais. Está nos planos do Cine 104, inclusive, trabalhar com produções independentes”, diz Daniel Queiroz, responsável pela programação. Serão três sessões diárias, de terça a domingo, com ingressos a R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia).

 

Vai de bike?

 

 
 

Aos poucos, as ciclovias ganham mais espaço em Belo Horizonte. Neste mês, outras quatro pistas devem ser concluídas, como é o caso da ciclovia na rua Rio de Janeiro, entre a avenida Augusto de Lima e a rua Fernandes Tourinho, no bairro de Lourdes, região Centro-Sul. Além de alcançar a avenida Augusto de Lima, ela terá ligação com uma pista que será implantada na rua Fernandes Tourinho, que, por sua vez, irá alcançar o Colégio Estadual Central. Outra ciclovia que está nascendo é a da avenida João Pinheiro, no centro, de onde o ciclista poderá pegar a rua Guajajaras, que também vai ganhar uma pista. “Nossa meta é a de que, até 2030, 5% dos deslocamentos na cidade sejam feitos pelas ciclovias”, diz Ramon Victor César, presidente da BHTrans. Até o próximo ano, terão sido gastos cerca de R$ 4,2 milhões no projeto. Então, vamos deixar o carro em casa?

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