Por trás da Nina

por Guilherme Torres 08/10/2012 12:06

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Gaspar Nóbrega, Márcio Rodrigues/CPB, Cia. da Foto/ Divulgação, Mariel Pelli/Divulgação
None (foto: Gaspar Nóbrega, Márcio Rodrigues/CPB, Cia. da Foto/ Divulgação, Mariel Pelli/Divulgação)

Na reta final de um dos maiores sucessos da teledramaturgia brasileira, Avenida Brasil, a atriz Débora Falabella mostra que também fez a diferença entre as mocinhas com as quais o telespectador estava acostumado. O que pouca gente sabe é que para dar vida à vingativa Nina, Débora conta com ajudas fundamentais, enriquecendo ainda mais sua atuação. Além da irmã, Cynthia, e da diretora da trama, Amora Mautner, ela recebe conselhos da atriz mineira e amiga Yara de Novaes. “Estou com ela desde o início das gravações. Trocamos ideias antes de ela gravar momentos importantes, como uma cena mais difícil ou em uma virada da personagem”, diz Yara. A cumplicidade entre as duas é de longa data. Elas se conheceram nos palcos da capital, em 1994, e juntas criaram, 10 anos depois, o Grupo Três de Teatro, com o qual Débora deve voltar à cena depois das merecidas férias, na reestreia da peça O Amor e Outros Estranhos Rumores, sob a direção da sócia.

 

A estrela de Londres

 

 
 

Depois de amargar o 22º lugar nas Olimpíadas de Londres, o Brasil parou para assistir à atuação do nadador Daniel Dias na Paralimpíadas. O “mineiro de coração” se consagrou o maior medalhista paralímpico brasileiro da história, com seis medalhas de ouro. “Confesso que minha ficha ainda não caiu sobre essa conquista na minha vida. Pela primeira vez, saio na rua e as pessoas me reconhecem, me parabenizam. Estou me acostumando”, diz. O atleta de 24 anos, que tem má formação congênita dos membros superiores e inferiores, nasceu em Campinas (SP) e foi levado ainda bebê para Camanducaia, no Sul de Minas, onde morou até os 18 anos. Foi lá, na piscina de casa, que teve os primeiros contatos com a natação. “Era uma das minhas diversões preferidas”, lembra. Belo Horizonte também marca a trajetória do campeão: foi aqui, em 2005, que ficou conhecido no meio paralímpico, durante um torneio no Minas Tênis Clube e, já no ano seguinte, entrou para a seleção brasileira.

 

O último romântico?

 

 
 

Apontado como um dos poucos artistas da música sertaneja resistentes à onda do sertanejo universitário, o cantor Eduardo Costa, 33 anos, garante que não está na contramão do sucesso. Como prova, ele conta que até o fim de 2013 não tem mais data para realizar shows. “A agenda está lotada, mesmo minha música não sendo a do momento. Porém, são letras falando de amor, com conteúdo, nada de ‘tche-tcherere’. Sou romântico”, diz o belo-horizontino, que lançou em julho o 10º CD, Pecado de Amor, e já vendeu 150 mil cópias. Enraizado em Minas, o cantor mora na capital e tem bela mansão em Escarpas do Lago, onde já morou em cinco imóveis diferentes e passa boa parte do tempo livre. “Gosto de roça e de natureza”. De lá, ele também voa para shows e compromissos a bordo de um de seus dois aviões: um jato Mustang e um KingAir turbo-hélice.

 

Cabelos do bem

 

 
 

As mãos habilidosas do cabeleireiro mineiro Célio Faria estão engajadas em uma causa nobre. É que ele acaba de participar do Calendário L’Oréal 2013 Cabeleireiros contra Aids, com a renda revertida para a Sociedade Viva Cazuza, que assiste crianças portadoras do vírus. Há seis anos pelo mundo, a ação elege 12 profissionais para embelezar 12 celebridades que estampam os meses do ano. No Brasil, Célio foi responsável pelos cabelos da atriz Nívea Stelmann. “Falamos abertamente com os clientes sobre vários assuntos, e por que não sobre a Aids? É uma luta para quebrar o tabu”, diz. Outro mineiro no calendário é o ator José Mayer, que só depois de clicado abandonou a cabeleira que mantinha desde a novela Fina Estampa.

 

Promessa no hipismo

 

 
 

Foi aos 3 anos que, sem medo, Gabriela Abreu subiu pela primeira vez em um cavalo. Desde então, o laço com o animal nunca mais se rompeu. Prova é que hoje, com apenas 16 anos, a já premiada amazona encara provas das mais pesadas, como a de Enduro Equestre, com percurso de 120 km e que pode durar até 13 horas. Classificada para o Pan-Americano de Enduro, que acontece este mês na Argentina, Gabriela também já está com tudo pronto para passar uma temporada na Suíça, onde quer garantir vaga no mundial da modalidade em 2013. “Vou treinar e competir. Quero seguir carreira como atleta”, idealiza. Apesar do dom para a montaria, a garota treina forte inclusive nos fins de semana, em sua fazenda, onde tem 22 cavalos árabes e uma equipe de seis profissionais.

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