Doce causa

por Guilherme Torres 10/12/2012 10:54

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Júnia Garrido; Eugênio Gurgel; Lívio Campos/Divulgação; Geraldo Goulart
None (foto: Júnia Garrido; Eugênio Gurgel; Lívio Campos/Divulgação; Geraldo Goulart)

O quindim produzido pelo Buffet Célia Soutto Mayor desde 1970, que nasceu para dar destino às gemas de ovos que sobravam da produção de suspiros, agora se tornou também sinônimo de solidariedade. Toda a renda relativa à venda dele em um ano será revertida para o Hospital da Baleia. Já no primeiro mês da parceria, em outubro, o saldo repassado foi de R$ 6.744, o que equivale à venda de 8.500 quindins. “Fico feliz, pois ações como estas mostram o reconhecimento do nosso trabalho”, diz a diretora-presidente do hospital, Tereza Guimarães (à direita). O dinheiro vai para a reforma e a ampliação dos leitos hospitalares, que estão em fase final do planejamento. “Eu acredito que é dando que se recebe. Sou muito feliz com o bufê e esses gestos me fazem bem”, diz Célia Soutto Mayor.

 

 
 

A locomotiva da praça

 

Completando seis meses à frente do Circuito Cultural Praça da Liberdade (CCPL), Cristiana Kumaira desmitifica o ‘elefante branco cultural’ e faz planos audaciosos para 2013. Entre eles, a inauguração do Centro Cultural Banco do Brasil (que será o maior entre todos os CCBBs do país), a abertura para visitação diária do Palácio da Liberdade, o Inhotim Escola, o Museu do Automóvel, além da aguardada nova Casa Fiat de Cultura, prevista para 2014. “A cada dia acredito mais no projeto e espero mais dele. Temos o maior circuito do gênero do Brasil, de vanguarda, e isso nos torna uma referência. É como diz a música: Sou do mundo, sou Minas Gerais”, diz a gerente executiva do CCPL. Com as novidades, Cristiana também planeja passar dos atuais 700 mil visitantes/ano para um milhão de visitantes/ano já em 2013, meta que engloba o público da Copa das Confederações.

 

 
 

O refúgio de Nana

 

Do alto de seus 71 anos, a mais mineira das cantoras cariocas Nana Caymmi desacelera a carreira e quer saber de sossego. “Está na hora de parar com a música, meu tempo passou”, diz. Seu refúgio preferido é Pequeri, ou melhor, São Pedro do Pequeri, na Zona da Mata mineira: “Ninguém fala o nome certo, brigo sempre por isso e meu pai (Dorival Caymmi) também brigava. Acho um absurdo”, diz. A cidadezinha é a terra natal da mãe de Nana, Stella, e fica a 240 km de BH. Por lá, a cantora tem passado temporadas cada vez mais longas na casa em que foi criada. “Gosto de dar minhas fugidas e ficar uns 10 dias. Sempre preferi a terra ao mar e sou apaixonada pelo interior. A casa dos meus pais é um sonho. Passo o dia na piscina, remexo em coisas antigas e relembro minha infância. Eu mereço isso.” Mesmo sendo presença constante, os poucos mais de 3 mil habitantes do lugar ainda ficam curiosos com a cantora pela cidade. “Lá, eu sou uma atração”, conta, entre risadas.

 

 
 

O luxo como destino

 

A mais importante feira de luxo para o mercado de turismo do mundo, a International Luxury Travel Market, promete movimentar o setor entre 3 e 6 de dezembro, em Cannes, na França. De BH, Flávio Geo, da Visa Turismo, é um dos ilustres convidados do encontro que reúne as novidades de toda a cadeia de hotéis, cruzeiros e turismo de gastronomia e aventura. O “ilustre” é pelo fato de que só recebe o convite quem é aprovado por uma seleção que apura quanto cada empresário vende em produtos e serviços “de primeira” durante o ano – e os números de Flávio só vêm crescendo. Para os roteiros exclusivos no exterior, ele leva entre 400 e 500 exigentes turistas anualmente, que gastam de US$ 12 mil a US$ 15 mil em temporada de duas semanas, em média. “O mineiro gosta muito de conforto e procura sempre aliar isso à gastronomia, outro ponto forte neste segmento”, diz.

 

 
 

A praia de BH

 

Quem passa pela rua Jornalista Djalma Andrade, no Belvedere, deve ter notado um movimento diferente na altura do número 94, seja dia ou noite. É que o lugar se tornou point para um esporte que agrega cada vez mais adeptos: o beach tennis. A ideia é dos empresários Luiz André Basile, Flávio Casallechi e Roberto Gosende, que contam com experiência na realização de torneios de tênis em Minas e outros estados. No lote de 550 m funcionam duas quadras do tênis de areia, que já receberam mais de 200 jogadores e alunos desde a abertura, há pouco mais de um mês. “É o esporte da moda no litoral brasileiro e europeu. Um dos motivos da grande procura é por ele ser ótimo para o físico e mais fácil que o tênis normal”, diz Roberto Gosende. A empreitada deu tão certo que os sócios querem dobrar o número de quadras no local, ocupando um lote ao lado, além de abrir novas sedes na Pampulha e na Cidade Nova.

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