Clemente Faria Neto

por Pabline Félix 22/01/2013 09:19

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Arquivo de família
O empresário com a mulher, Maria Victoria, durante viagem ao exterior (foto: Arquivo de família)

Foi no caminho para a casa de praia, em Angra dos Reis, onde dividiu momentos felizes com familiares e amigos, que o empresário Clemente Faria Neto morreu. No dia 12 de julho de 2012, o táxi aéreo Embraer modelo EMB-121 Xingu, pertencente ao grupo empresarial que dirigia, caiu no mar a 500 m da costa da Ilha de Cataguases, no estado do Rio de Janeiro, e matou também o piloto e o copiloto do avião.

 

“Angra era o ponto de encontro para ele. Estar com a família reunida, ali, era o principal prazer dele. É nessa cidade que registro as melhores lembranças do meu pai, com seu sorriso sincero”, afirma Ana Gutierrez, filha única do primeiro casamento do empresário, com Ângela Gutierrez. Casado pela segunda vez, com Maria Victoria Alvim de Faria, havia 29 anos, ele teve mais três filhos: Clemente Jr., Nathalia e Luíza.

 

Administrador por formação e herança, Clemente Faria Neto construiu com o irmão, Gilberto de Andrade Faria Júnior, um dos grupos mais fortes do estado. São cerca de 20 empresas, entre as quais estão as rádios Alvorada, em Belo Horizonte; Sulamérica Paradiso, do Rio; e Jovem Pan, de Santos; e a Minasmáquinas, revendedora de veículos pesados e representante da Mercedes-Benz em Minas Gerais. A fortuna, no entanto, é tradição familiar: seu avô é o político e banqueiro Clemente Faria, fundador do Banco da Lavoura de Minas Gerais, que depois originou os bancos Real e Bandeirantes, dividido entre os filho Aloísio e Gilberto (pai de Clemente), respectivamente.

 

Ex-piloto e ex-campeão brasileiro de Marcas e Pilotos (1987), Faria era um apaixonado por carros, tanto que do esporte foi direto para negócios com automóveis. “Ele era muito trabalhador. Sabia muito bem o que queria, o que fazia com que as pessoas guardassem a imagem de uma pessoa de personalidade forte. Mas ele também era muito querido pelas pessoas que sabiam apreciar a sua sinceridade, que era a mesma no escritório ou em casa”, conta a viúva Maria Victoria.

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