Ousadia Sensual

Com portas traseiras invisíveis, o DS4 antecipa tendências e propõe nova abordagem de requinte. Ele representa o cupê do amanhã

por Fábio Doyle 20/03/2013 14:55

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O DS4 chega ao Brasil ao preço de R$ 99.900 para disputar espaço com compactos premium como o Audi Ai, A3, BMW Série 1 e Mercedes Classe A (foto: Divulgação)

Com a linha DS, a Citroën quer ter acesso a um clube muito especial, hoje composto pela Audi, Mercedes-Benz, BMW e Volvo. Para entender essa pretensão, basta saber que a marca DS, que em francês lê-se déesse, significa deusa. O primeiro a chegar ao Brasil foi o DS3, um compacto duas portas sobre a plataforma do C3. Em seguida veio o DS5, o maior da linha sobre a base do C5, e agora é a vez do DS4, um cupê quatro portas.

Como ressaltou Francesco Abbruzzessi, diretor geral da Citroën do Brasil, o que diferencia o DS4 dos demais carros desse segmento é que ele “tem tudo”. Chega ao mercado brasileiro em uma única versão, completo, sem opcionais, ao preço de R$ 99.900 e garantia de três anos. Ele vem de série com para-brisa panorâmico, sistema de ajuda à baliza, GPS eMyWay com mapa do Brasil, faróis bi-xênon autodirecionais, faróis diurnos e dispositivo de alerta de ponto cego nos retrovisores externos, entre outros.

O motor é o já conhecido THP (“Turbo Haute Pression”) 165, com caixa automática com modo sequencial de seis marchas. É um motor desenvolvido em parceria com a BMW, que equipa o Mini, alguns modelos Peugeot e Citroën. No percurso de ida e volta entre o shopping JK de São Paulo e São Roque (cerca de 140 km), o 1.6 turbo fez bonito. Mostrou ser silencioso, rápido nas respostas, suave e econômico.



Com detalhes em alto relevo, que além do aspecto estético têm funções aerodinâmicas, o DS4 parece ter sido esculpido, e não apenas desenhado. Seu visual chama a atenção. O design, como ressalta o projetista Olivier Vincent, responsável pelo estilo exterior do DS4, é “ao forte, dinâmico e protetor”. É marcante o destaque das portas traseiras “invisíveis”, uma solução que nasceu com o Alfa Romeo 156 do fim do século passado e é hoje adotada por outras marcas, mas em nenhuma com o primor do DS4. A silhueta é de um cupê elevado com ares de SUV, que transmite robustez e indica estar preparado para rodar sem percalços sobre lombadas, irregularidades, buracos e valas do péssimo piso das vias brasileiras. Enquanto os demais DS estão a uma distância do solo de 18 cm, a do DS4 é de 23 cm, explicou Jeremie Martinez, chefe de Produto do DS4. As rodas são de 18 polegadas.

No interior o revestimento é em couro natural. Os bancos dianteiros têm massageadores e o do motorista tem de ajuste elétrico. Alegando serem ecologicamente corretos, muitos carros Premium, como o Mercedes Benz C180, passaram a adotar o que chamam de couro ecológico (ou sintético).
O motor tem potência de 165 cv a 6.000 rpm e torque máximo de 24,5 kgfm, que é atingido a 1.400 rpm. O conjunto permite ao DS4 acelerar de  a 100 km/h em 8,6s e atingir 212 km/h.

No DS4, que conta com seis airbags, a segurança traz ainda as tecnologias REF (repartidor eletrônico de frenagem), o AFU (ajuda à frenagem de urgência) e o ESP (controle dinâmico de estabilidade).

O DS4 tem como concorrentes o Audi A3, o Audi A1 Sportback, o Mercedes-Benz Classe A e a BMW Série 1, que vendem cerca de 150 unidades cada um por mês – o que deve ser a meta da Citroën para o DS4.

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Assista ao vídeo do Citroën DS4:

 

 

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