5 razões para ver Corteo

Cirque du Soleil faz temporada em BH com o espetáculo que privilegia números de trapézio e acrobacia

por Neide Magalhães 09/10/2013 16:27

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Divulgação
Em cartaz na vila montada na Pampulha, o Cirque du Soleil pode ser visto até o fim de outubro (foto: Divulgação)
 
 
A mulher equilibra-se no cabo de aço a 6 m do chão, presa apenas por outro fino cabo, e até sobe nessa mesma corda, enquanto gira em seu corpo vários bambolês e anda em um monociclo, mostrando preparo físico e disciplina impensáveis. Por incríveis minutos, o público não tira os olhos dela, esticando o pescoço para acompanhar seu vaivém arrojado (1). O homem faz o quer com uma escada enorme, como se ela fosse uma perna de pau solta no meio do palco. Sobe, desce, vai até o último degrau tentando alcançar um anjo e desafiando a gravidade (2). Os trapezistas usam um pula-tábua para disputar quem é melhor nos saltos e se revezam como se fosse uma competição entre dois grupos (3). Mulheres vestidas com longos e românticos vestidos são como objetos que homens jogam de um lado para outro, tudo do alto do trapézio (4). Um grupo de trapezistas brinca sobre camas em belas e arrojadas acrobacias (5).
 
São apenas cinco das muitas razões para quem ainda não viu Corteo aproveitar a chance e assistir a mais esse show que o Cirque du Soleil trouxe a BH este ano, em números cada vez mais complexos de serem executados.
 
 

Instalado em uma espécie de vila na região da Pampulha, o circo tem uma estrutura que chama a atenção logo de cara. Mas é quando se entra na tenda principal, onde está o palco 360 graus, que se percebe a grandeza do espetáculo. Para montar Corteo, o Cirque du Soleil trouxe ao Brasil 1.200 toneladas de equipamentos, 260 figurinos e um staff de 60 artistas de 19 nacionalidades (incluindo uma brasileira) e 136 pessoas, entre técnicos e pessoal de apoio. E ainda dá emprego a 350 pessoas, contratadas na cidade.

Corteo, diz o diretor e autor Daniele Finzi Pasca, é “situado em um nível desconhecido entre o céu e a terra, onde os deuses e os humanos podem interagir por meio do circo”. Pasca, que interpreta o palhaço-narrador Mauro, arranca gargalhadas do público, com seu português cheio de sotaque, ao usar expressões como pão de queijo, Cruzeiro, Atlético, mas é mesmo a plasticidade do show, marca do grupo canadense, que impressiona.

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