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por Simone Dutra 07/11/2013 13:07

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Samuel Gê
(foto: Samuel Gê)

A Feira de Artes, Artesanato e Produtos de Variedade de Belo Horizonte, tradicionalmente conhecida como Feira Hippie, está de cara nova. Localizada há mais de duas décadas na avenida Afonso Pena, foi reformulada em relação à posição das barracas, que passaram a ser organizadas em grupos de quatro. A ideia é dar mais mobilidade e segurança aos visitantes. A exigência foi feita pelo Corpo de Bombeiros e recomendada pelo Ministério Público em 2004. De acordo com a prefeitura, o próximo passo será a implantação de um sistema de prevenção contra incêndios e pânico, com a colocação de extintores, placas de sinalização e a formação de brigada de incêndio, para oferecer ainda mais segurança aos frequentadores.

Geraldo Goulart
(foto: Geraldo Goulart)

Memoria dos anos de chumbo

O prédio que foi usado como um dos centros de tortura e repressão para os presos políticos durante a ditadura militar (1964-1985) foi tombado pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural de BH. Situado na avenida Afonso Pena, 2.351, no Funcionários, foi criado em 1958 para abrigar o Departamento de Ordem Política e Social, o Dops, que por lá ficou até 1989. O edifício sediou também o Departamento Estadual de Operações Especiais – DEOEsp, extinto em 2008. Hoje, é ocupado pela Delegacia de Investigação Antidrogas da Polícia Civil. A ideia é transformar o espaço em um memorial dedicado à história do regime militar. A proposta foi apresentada pela Diretoria de Patrimônio Cultural, mas precisa ser aprovada pelo governo do estado, proprietário do imóvel, para realocar a delegacia.

Pedro Nicoli
(foto: Pedro Nicoli)

Tem, mas não funciona

Até junho de 2014, a BHTrans pretende instalar nos pontos de ônibus 1.200 painéis eletrônicos do SITBus – Sistema Inteligente de Transporte Coletivo, que mostra aos usuários quanto tempo falta para o ônibus chegar ao ponto. Mas, até o momento, apenas 81 foram instalados e, ainda assim, alguns não funcionam como deveriam. O que está localizado em frente à praça da Assembleia, por exemplo, está com defeito: metade mostra o horário e a outra parte está apagada. Segundo a BHTrans, a tecnologia ainda está sendo implantada. Em construção na sede da empresa de trânsito, o centro de operações da PBH será capaz de monitorar todo o sistema, para que falhas como essa não aconteça.

Pedro Nicoli
(foto: Pedro Nicoli)

Placas turísticas

Você sabe onde fica a placa da foto ao lado? Ela está na avenida Barão Homem de Melo, em frente ao número 701, sentido avenida Silva Lobo. O problema é que o Centro de Convenções e Eventos Expominas está na avenida Amazonas, 6.030, no Gameleira, mais de três quilômetros de onde a placa foi instalada. E não existe nenhuma seta indicando qual sentido o motorista deve pegar. Belo Horizonte vai sediar alguns jogos da Copa do Mundo no ano que vem e receber inúmeros turistas de várias partes do mundo. A pergunta é: como vão se orientar? O Ministério do Turismo (MTur), junto à prefeitura, está investindo R$ 1 milhão em mais de 250 placas de sinalização turísticas. Mas se elas forem colocadas em lugares sem sentido, como nesse exemplo, nem inglês vai ver. 

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