Táxi musical

11/12/2013 14:50

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João Carlos Martins
(foto: João Carlos Martins)

O trânsito caótico da capital mineira é capaz de tirar qualquer pessoa do sério. E para quem trabalha com táxi e passa mais de oito horas por dia nas ruas, então, nem se fala. Para driblar o estresse, o taxista Jorge Melo de Souza, de 56 anos, resolveu fazer diferente: entre um sinal e outro – ou quando o trânsito está impraticável –, ele pega uma gaita ou flauta e começa a tocar para o passageiro. "Uma mulher gostou tanto que me disse ter ganhado o dia depois que toquei para ela. Isso não tem preço", diz. No repertório, músicas de Djavan, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Lô Borges, entre outros músicos da MPB. Autodidata, aprendeu a tocar acompanhando a canção original ou utilizando partituras. Souza também sabe tocar violão e carrega um no porta-malas do veículo. Mas este só dedilha enquanto está parado no ponto esperando o próximo ouvinte.

Figura Arquitetura e Imagem
(foto: Figura Arquitetura e Imagem)

Casa do concerto

Depois de cinco anos utilizando o palco do Palácio das Artes, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, finalmente, terá sede própria. Os músicos ocuparão a Sala Minas Gerais, prédio que fará parte da Estação da Cultura Presidente Itamar Franco, a ser construída entre os quarteirões das ruas Gonçalves Dias e Uberaba, próximo às avenidas do Contorno e Amazonas, no Barro Preto. Também será construído no local outro edifício para abrigar a emissora de TV Rede Minas e a Rádio Inconfidência. A previsão é de que tudo fique pronto até meados do ano que vem, mas segundo o diretor executivo da Filarmônica, Diomar Silveira, a nova casa só será inaugurada pela orquestra em 2015. "A sala terá tratamento acústico diferenciado, com padrão internacional e sistema de ajuste sonoro para repertórios distintos", afirma Silveira.

Eugênio Gurgel
(foto: Eugênio Gurgel)

Reforma na praça

A praça Carlos Chagas, também conhecida como praça da Assembleia, será revitalizada. As obras começarão em março do ano que vem e terão investimento de R$ 10,5 milhões, pagos pela Assembleia Legislativa mineira. A intenção é melhorar a segurança, iluminação, circulação e condições de acessibilidade. E uma das principais mudanças será o fim do fluxo de veículos na via de acesso entre as ruas Rodrigues Caldas e Martim de Carvalho, já que o espaço será incorporado à praça. O estacionamento da igreja Nossa Senhora de Fátima também vai acabar. "A praça manterá os elementos artísticos, paisagísticos e arquitetônicos que determinaram seu tombamento", afirma o presidente da Assembleia, deputado Dinis Pinheiro (PP).

Geraldo Goulart
(foto: Geraldo Goulart)

Imóvel da discórdia

Em um dos quarteirões mais caros de BH existe um imóvel abandonado há anos. A casa, que ficou conhecida como Ouropretana por ter abrigado bar com esse nome, está localizada na esquina das ruas Pernambuco e Inconfidentes, na Savassi. Foi construída em 1902, pelo italiano José Constantino Lasafá, que nos anos 1930 abriu um açougue no local, que se chamava Seu Lasafá. Hoje, a edificação, que está bastante degradada e tem fachada toda pichada, possui vários donos, parentes do proprietário italiano. Há, inclusive, disputa judicial entre eles relativa à posse do local. O imóvel foi tombado pelo Patrimônio Cultural de Belo Horizonte, mas, por não ter um dono definido, não se sabe quem será o responsável pela grande reforma que o reavivará para a sociedade. 

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