Clube do Bolinha contra-ataca

09/01/2014 16:07

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Geraldo Goulart
Rodrigo, Matheus e Pedro preparam o aplicativo Bolinha, uma versão masculina do Lulu, mas sem hashtags ofensivas (foto: Geraldo Goulart)

Se você é uma mulher, com certeza ouviu falar ou já instalou o Lulu no seu smartphone. Agora, se você é homem, deve estar um pouco preocupado com a suposta avaliação que pode receber de uma amiga ou ex-namorada por meio do aplicativo. O Lulu, sucesso que chegou ao Brasil há poucas semanas, foi pensado para que as mulheres possam dar notas aos homens utilizando o perfil do Facebook. Já são mais de cinco milhões de downloads e muita polêmica. Um grupo de estudantes da UFMG resolveu lançar um aplicativo semelhante batizado de Bolinha, mas com um tom amigável. Já que no “Clube da Luluzinha” só entram mulheres, o “Clube do Bolinha” permite também a entrada somente de homens. A ideia do app surgiu depois de um bate-papo entre os amigos Matheus Pinheiro, Pedro Darma, Arthur Melgaço e Alex White. Matheus explica que a intenção foi criar algo divertido e bem diferente do Lulu. “O Bolinha não terá hashtags ofensivas. Vamos fugir da ideia de rotular as pessoas e promover, na verdade, uma grande brincadeira”, completa o estudante. Polêmico ou divertido, a verdade é que o novo app, que estará disponível para smartphones iPhone e Android vai ajudar a ampliar uma antiga discussão sobre privacidade na web.

Cláudio Cunha
Anna Carolina está querendo trocar seu antigo aparelho. Para Marcelo Bernardes, a nova arquitetura de 64 bits é o ponto forte do aparelho (foto: Cláudio Cunha)

Novo iPhone agita BH

O lançamento do iPhone 5S e 5C no Brasil repetiu o frisson e lotou as lojas de telefonia em Belo Horizonte. Bandas de música, iluminação especial e coquetel completaram o clima de festa para receber o último modelo da gigante Apple. O engenheiro Marcelo Bernardes, de 33 anos, e a namorada, a advogada Anna Carolina Fernandes, de 30, chegaram cedo à loja Claro da praça da Savassi. Marcelo foi o primeiro a comprar o novo celular, que custou R$ 2,2 mil. Ele conta que troca de aparelho assim que é lançado um novo modelo. Fã incondicional da marca, além do smartphone, ele tem iPad, iPod, Macbook e Apple TV. Já a namorada, menos ligada a tecnologia, ostenta o bom e velho iPhone 3G, mas confessa que ficou balançada com o recurso biométrico do novo modelo – e está pensando em abandonar o antigo aparelho.

Reprodução/Internet
O modelo Cliever CL1 custa R$ 4.650. A tendência é de que, com a popularização das impressoras, os preços caiam (foto: Reprodução/Internet)

Promessas para 2014

O ano de 2014 promete grandes novidades tecnológicas. Segundo o Instituto Gartner, redes sociais, mobilidade e computação nas nuvens devem ganhar ainda mais evidência. Mas o que deve realmente ter um grande boom de vendas são as impressoras 3D. Atualmente, os modelos mais simples custam, em média, US$ 2 milhões, mas os preços devem baixar à medida que o produto for se popularizando. O crescimento previsto para o setor é de 75%. Júlio Drescher, diretor comercial da Cliever Tecnologia, confirma a tendência. Para ele, 2014 será um ano definitivo para as impressoras 3D. A empresa prepara três novos modelos que devem aliar maior velocidade de impressão e menor custo.

Reprodução/Internet
O Instituto Inhotim se junta a outros sete museus do Brasil no projeto Google Cultural Institute (foto: Reprodução/Internet)

De Inhotim para o mundo

Na plataforma Google Cultural Institute é possível visualizar exposições, compartilhar imagens e até fazer um passeio virtual. O tour inclui a divertida Cosmococa, é possível ver os detalhes dos azulejos da Galeria Adriana Varejão e o impressionante trabalho da Galeria Tunga, entre outros espaços. O projeto já conseguiu a adesão de centenas de outros museus espalhados pelo mundo. Informações: 

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