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26/02/2014 15:59

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Renata Mello/Transpetro
(foto: Renata Mello/Transpetro)
 
Convidado pelo presidente da Transpetro (braço logístico do Sistema Petrobras), Sérgio Machado (à dir.) a participar do início das operações do navio José Alencar, no estaleiro Mauá, em Niterói, no Rio de Janeiro, o empresário Josué Gomes da Silva, de 50 anos, filho do ex-vice presidente da República, chorou emocionado ao assistir ao vídeo sobre a vida de seu pai. O novo navio fecha a série de quatro com nomes de grandes brasileiros, no âmbito do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), voltado à recuperação da indústria naval brasileira. O petroleiro tem 190 metros de comprimento e capacidade para o transporte de 300 mil barris. Josué, que foi presenteado com uma maquete, é nome desejado pela presidente Dilma Rousseff (PT) para substituir Fernando Pimentel (PT), candidato ao governo de Minas, à frente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No momento, Josué, filiado pela mão do ex-presidente Lula (PT) ao PMDB, mira o Senado Federal.

A Pepsi contra-ataca

O presidente internacional da PepsiCo Americas Food, Brian Cornell, em encontro reservado com o governador Antonio Anastasia na Suíça, anunciou a intenção de ampliar seus investimentos em Minas Gerais. A PepsiCo tem unidades em Uberlândia e Sete Lagoas e não quer ficar atrás da Coca-Cola Femsa Brasil, que investe, neste momento, R$ 250 milhões em obras civis no município de Itabirito para a construção de uma nova fábrica.

Alianças

Disputado pelo PT e pelo PSDB como aliado na sucessão ao governo de Minas por seus dois minutos no horário eleitoral gratuito, o PSD acaba de receber, no governo Anastasia, a Secretaria de Estado da Saúde. Até a véspera da desincompatibilização, em 4 de abril, a pasta será comandada por Alexandre da Silveira, que estava à frente da Secretaria de Gestão Metropolitana. Mas quem melhor transita nas duas alas do dividido PSD é o presidente Paulo Simão.

Eugênio Gurgel
(foto: Eugênio Gurgel)

Cartórios em pauta

Chega ao mercado o mais completo livro especializado que trata de registros públicos e direito notarial: Tratado de Registros Públicos e Direito Notarial (Editora Atlas) será lançado neste mês na Academia Mineira de Letras Jurídicas, em Belo Horizonte, e, do ponto de vista jurídico, aborda  tudo aquilo que diga respeito à atividades dos cartórios de registro público e de tabelionato de notas e de protestos. O autor é o desembargador Marcelo Rodrigues, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que preside, neste momento, o maior concurso de provas e títulos já aberto para a outorga de cerca de 400 delegações dos cartórios extrajudiciais – o correspondente a mais de 10% do total de cartórios de serviços de registros públicos e tabelionatos de Minas Gerais.

Leo Lara/Divulgação
(foto: Leo Lara/Divulgação)

Painel restaurado

No hall do antigo Palácio dos Despachos, que foi sede administrativa do governo de Minas por mais de quatro décadas, o painel Civilização Mineira, de Candido Portinari, já está completamente restaurado. A obra representa a mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte, ocorrida em 12 de dezembro e 1897. Em estado crítico e sob o ataque de cupins, o quadro, de 2,34 m x 8,14 m, o maior do modernista em Minas, foi recuperado pela Fiat Automóveis, com investimento de R$ 317 mil. Foram empregadas modernas técnicas de conservação, aplicadas pelo Grupo Oficina de Restauro. Por enquanto, o painel está protegido por uma capa. Mas, em junho, quando estará concluída a reforma do Palácio dos Despachos, que sediará a Casa Fiat de Cultura, ficará exposto permanentemente. 

EFE/Divulgação
(foto: EFE/Divulgação)

De Zurique a Confins

Aproveitando a viagem a Davos, na Suíça, para conferência no painel América Latina do Fórum Econômico Mundial, o governador Antonio Anastasia (PSDB) foi conferir o funcionamento do aeroporto Internacional de Zurich, gerido pelo sócio operacional do consórcio AeroBrasil, que ganhou a concessão para administrar o aeroporto internacional de Confins. Thomas Kern, presidente da Flughafen Zurich, empresa administradora do aeroporto, virá a Belo Horizonte no mês que vem.

Sebastião Jacinto/Divulgação
(foto: Sebastião Jacinto/Divulgação)

Financiamento em xeque 

Empresas podem ou não doar dinheiro para as campanhas eleitorais? A pergunta que o Supremo Tribunal Federal (STF) procura responder em julgamento neste momento – e ao que tudo indica entenderá que as doações de pessoas jurídicas são inconstitucionais – faz empresários levantarem outras tantas indagações. Olavo Machado Junior, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), desfia: "É ótimo que a interpretação seja estabelecida, mas haverá garantia de que os empresários não serão assediados para doarem por fora? Haverá fiscalização real contra o caixa 2? Se as empresas não puderem mais doar às campanhas, o que virá no lugar se nenhuma reforma política foi aprovada?". A preocupação explica-se. Nas eleições gerais de 2010, os 22.538 candidatos em todo o país informaram à Justiça Eleitoral gastos de R$ 3,3 bilhões – R$ 4,035 bilhões em valores atualizados,  dos quais 75% de pessoas jurídicas. 

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