Arrebita, bonita

26/02/2014 17:04

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Guilherme Vieira/Divulgação
(foto: Guilherme Vieira/Divulgação)
Em meio a um restrito grupo de belgas, italianos e portugueses, a mineira Ana Paula Emídio foi a única arquiteta selecionada para integrar o Arrebita Porto, projeto português que visa revitalizar prédios abandonados no hipercentro da cidade portuguesa. "São construções tombadas como Patrimônio da Unesco, mas, por falta de cuidado, acabam enfeando a região", explica. Recém-formada pela UFMG e vivendo em Portugal desde o fim do ano passado, engana-se quem pensa que Ana Paula vai ficar na supervisão dos projetos. "A ideia é literalmente meter mãos à obra, de capacete, colete e botas sujas", orgulha-se. Como era de se esperar, as diferenças entre o português brasileiro e o luso já deixaram a mineira encabulada. "Custei a assimilar que artesão por aqui é biscateiro e concreto é betão", diverte-se.

Geraldo Goulart
(foto: Geraldo Goulart)

Mulher de fôlego

Fernanda Machado, presidente do Palácio das Artes, tem sido reconhecida nos corredores da instituição como uma mulher de muito fôlego. Desde que assumiu o posto, no último setembro, entre obras e eventos, ela coleciona em seu portfólio êxitos como A Magia de Escher, exposição de quebra-cabeças visuais que atraiu 203 mil visitantes – com direito a filas de dobrar os quarteirões próximos. "Ajudou a acabar com o mito de que o Palácio das Artes é só para os cults", diz. Para 2014, Fernanda promete um ano "ainda mais intenso", com um cardápio de eventos que promete fazer frente ao burburinho provocado por Escher: em maio, as fotografias de Sebastião Salgado na comentada mostra Gênesis e, em dezembro, o acervo de Inhotim, que pela primeira vez deixará Brumadinho para ocupar os salões do Palácio das Artes. Tudo, obviamente, sob os atentos olhos de Fernanda e sua equipe. "É impossível ficar parada aqui", diz.

Cláudio Cunha
(foto: Cláudio Cunha)

Pronto para sambar

Nas semanas que antecedem o carnaval, Thiago Avancci, sócio do grupo Itatiaia Móveis, não mede esforços para fazer bonito nos desfiles das escolas especiais do Rio, sua paixão assumida. Há 11 anos apresentando seus meneios pela Sapucaí, Thiago garante que com ele não falta samba no pé. "Intensifico o trabalho aeróbico e capricho nos exercício de costas, além de moderar na alimentação". Acostumado a ser destaque nos carros alegóricos das agremiações pelas quais desfila, neste ano vai figurar nos carros da Portela. "É que o Alexandre Louzada (carnavalesco) é muito meu amigo, então, sempre vou para a escola em que ele está", diz. Já na primeira semana de fevereiro, segue de mala e cuia para a capital fluminense. "Faço questão de ir à quadra da escola e participar da criação e concepção da minha fantasia", diz Avancci, mas sem revelar o valor pago pelo traje luxuoso.  "Só posso dizer que nada paga a emoção que sinto quando o carro faz a curva para adentrar a avenida. Chego a chorar." 

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