O ano começou!

por Helvécio Carlos 04/02/2014 12:03

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Eugênio Gurgel
Tatiana Giacoia, Janaína Lima, Ângela Lara, Cynthia Viana e Ludmila Carvalho (foto: Eugênio Gurgel)
O clima no Nutreal era de festa de verão, mas a balada que tomou conta do espaço tinha um jeito de começo de ano. Muita gente que foi prestigiar o Skank, a principal atração do projeto Camarim, se reencontrava com amigos que não via desde a virada do ano. “É muito bom iniciar a nossa agenda por aqui. Começamos com pé quente numa festa tradicional de Belo Horizonte”, elogiou Samuel Rosa. A banda tocou por mais de duas horas, levantando cerca de 3,5 mil pessoas. São Pedro deu uma ajuda e tanto para o sucesso da Camarim. Ano passado, caiu um pé-d’água daqueles de fazer medo.

Só no saltão

Com o tempo não se brinca. Uma hora faz sol, outro pode cair um chuvão. Para garantir conforto ao público que lotou o Nutreal, a produção da Camarim montou cobertura com 1,8 mil metros quadrados. Para cobrir o piso de areia, foi usada estrutura com dois mil metros quadrados. Mesmo assim, chamava a atenção a coragem das moças ao encarar o salto alto e os sapatos anabela. Sem conhecer bem o local ou simplesmente para manter a pose, a mulherada enfrentou verdadeiro suplício. Como um trecho em declive era irregular, só com a ajuda de ombros amigos elas puderam chegar sãs e salvas lá dentro. Se exageraram na produção, grupos de amigos foram espertos ao escolher o meio de transporte até o Nutreal. O campo do Reinaldo, que fica ao lado, recebeu 400 carros e ficou lotado. Muita gente preferiu acertadamente seguir de van ou táxi, o indicado para festas open bar como a Camarim.

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O Skank foi pontual: às 21h, começou o show com repertório de grandes sucessos da banda. O público vibrou com É uma partida de futebol. “Por mais que soframos a indiferença dos grandes centros, nosso futebol é o melhor da atualidade”, disse Samuel Rosa antes dos primeiros versos da canção composta por ele e Nando Reis. A banda lembrou sucessos do passado como Te ver. “Esta é do disco Calango, o da capinha verde. Vamos ao túnel do tempo”, brincou o vocalista, o mais assediado por fãs enlouquecidas na fila do gargarejo. “Não enxergo nada daqui”, disse o bem-humorado Rosa para a moça que queria porque queria que o cantor lesse algo na tela de seu celular.

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Duas horas depois da apresentação, Samuel se despediu dos fãs. E brincou: “Vamos todos sair daqui para uma cervejinha com direito a piscina na casa do Haroldo, que mora aqui pertinho”, convidou, referindo-se ao baterista Haroldo Ferretti. O público vibrou e, mesmo sem o extra da noite, voltou com a sensação de que o ano dos grandes shows na cidade começou com o pé direito.

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