Na África de todos os deuses e Aline Calixto

por Helvécio Carlos 18/02/2014 11:18

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Eugênio Gurgel
Sambista mineira Alice Calixto (foto: Eugênio Gurgel)
Mesmo acostumada ao carinho do público, a cantora Aline Calixto confessa que, depois de sua apresentação anteontem, na Praça JK, não consegue mensurar com exatidão quantos foliões se divertiram com ela no ensaio do seu bloco, que sai sábado de carnaval. “Foi extasiante. Bonito de ver a energia do público nesse dia, que posso chamar de faraônico”, diverte-se a cantora, que inaugura seu bloco com o tema África de todos os deuses.

A apresentação de Aline Calixto começou pontualmente às 18h, mas o público começou a chegar bem antes, às 14h. “O movimento era intenso. A todo instante chegavam foliões”, lembra Aline. No palco, a performance dela foi de três horas, meia hora a mais que o planejado. “Eu sempre acrescento alguma coisa que não estava no roteiro, e ouço muito o público sempre com pedidos especiais”, diz. Além de canções gravadas por Aline, a artista canta, como ela faz questão de frisar, temas que gosta, e que os músicos da banda curtem. Não faltou o pop do Skank, o axé de grupos como Kaoma e Olodum, e até o funk de Valeska Popozuda. “Adoro Valeska”, diverte-se Aline, que cantou Beijinho no ombro.

***

O figurino das apresentações foi criação de Aline com a mãe, Sônia Calixto. “Eu faço o desenho, a mamãe embarca na minha loucura”, explica. “Depois de pronto o figurino, sou eu quem faço as aplicações e os bordados”, conta ela, que no sábado de carnaval usará outro modelo, inspirado em deusa egípcia – os músicos irão de faraós. “A bateria está linda, linda de arrepiar”, derrete-se Aline.

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